Passe Ferroviário Nacional para os regionais válido a partir de agosto

A CP – Comboios de Portugal deu hoje conta de que o novo Passe Ferroviário Nacional já está à venda desde 01 de julho e é válido a partir de 01 de agosto, para os comboios regionais a nível nacional.

Em comunicado, a operadora indicou que “desde o dia 01 de julho, tem à venda o novo Passe Ferroviário Nacional”, que é válido para utilização a partir do dia 01 de agosto.

O título “terá um valor mensal fixo de 49 euros e já pode ser requisitado em qualquer bilheteira da CP”, disse a operadora.

“Este passe abrangerá exclusivamente todas as viagens nos comboios regionais em todo o território nacional (não sendo aplicável aos comboios inter-regionais e urbanos), independentemente do ponto de partida ou destino”, destacou a empresa, assegurando que assim será possível “viajar, sem limitações de horários ou restrições de períodos de alta procura, oferecendo assim uma opção de transporte económica e ambientalmente amigável”.

O Passe Ferroviário Nacional não acumula com outros descontos, detalhou a transportadora.

Na sexta-feira, o Ministério das Infraestruturas disse à Lusa que o passe já tinha sido criado.

Em causa está a concretização de uma medida inscrita no Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), na sequência de uma proposta do Livre.

“Está criado o Passe Ferroviário Nacional”, disse à Lusa fonte oficial do Ministério das Infraestruturas, precisando que, uma vez garantidas as questões técnicas e legais necessárias, o passe “é válido em qualquer comboio regional, independentemente da origem, do destino e do horário”.

O novo título pode ser carregado mensalmente, como qualquer outro passe.

Últimas de Economia

O CHEGA/Açores alertou hoje para o desinvestimento do Governo Regional na ilha de São Miguel, destacando que o investimento por habitante previsto para 2027 é de 2.739 euros, inferior à média regional de 4.099 euros.
O sentimento económico na União Europeia e na zona euro recuou em outubro pelo segundo mês consecutivo, com uma quebra de 0,6 nas duas áreas face a setembro, fixando-se nos 96,9 pontos, divulgou hoje a Comissão Europeia.
Com os preços dos combustíveis e dos alimentos a pressionarem os orçamentos familiares e a habitação a continuar inacessível para muitos, o ministro das Finanças apresenta um retrato mais otimista: os portugueses têm melhores salários, maior poder de compra e vivem melhor do que em 2024.
O Banco Mundial prevê uma subida acumulada de 18% nos preços dos alimentos entre 2025 e 2027. Os conflitos internacionais estão a pressionar o abastecimento e os custos da energia, que deverão aumentar 32% este ano.
O preço médio da eletricidade pago pelos consumidores domésticos no mercado livre mantém-se acima do praticado no mercado regulado desde meados de 2023, embora a diferença tenha diminuído ao longo de 2025, segundo um relatório da ERSE.
A taxa de poupança das famílias diminuiu no segundo trimestre de 2026 na área do euro, na União Europeia (UE) e em Portugal, com recuos de 0,2, 0,3 e 0,5 pontos percentuais, respetivamente, face ao trimestre anterior.
Os contribuintes poderão receber menos dinheiro do Fisco em 2027. Segundo o Jornal de Notícias, o benefício sentido nos salários de novembro poderá traduzir-se numa redução de 70% dos reembolsos de IRS.
As famílias com rendimentos intermédios suportam o maior peso do imposto sobre combustíveis em proporção dos seus rendimentos. Um estudo revela que o Estado arrecadou mais de 3,7 mil milhões de euros com este imposto em 2025.
As empresas comunicaram 479 despedimentos coletivos até setembro, uma subida de quase 16% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados divulgados pela DGERT.
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento homólogo de 14,2% do valor mediano da avaliação bancária – realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação – ficou abaixo do registado em agosto (14,7%), enquanto a variação em cadeia se fixou em 1,1%.