Fogo em Almodôvar mobiliza 375 operacionais e 13 meios aéreos

©Florestas

O incêndio que está a lavrar desde o início da tarde de hoje no concelho de Almodôvar (Beja) mobiliza 375 operacionais e 13 meios aéreos, segundo a página da Internet da Proteção Civil, consultada pela agência Lusa.

O incêndio, que está a lavrar na freguesia rural de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires – Monte dos Medronhais, em Almodôvar, estava, às 19:22, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil na Internet, a ser combatido por 375 operacionais, apoiados por 119 veículos e 13 meios aéreos.

Fonte do Comando Territorial de Beja da GNR disse à Lusa que um incêndio numa autocaravana que circulava na Autoestrada 2 (A2) terá provocado o fogo que está a lavrar neste concelho do Baixo Alentejo.

A mesma fonte explicou que, na sequência do incêndio numa autocaravana, “as chamas alastraram e pegaram à berma”, tendo depois progredido para a zona de mato, eucaliptos e pinheiros.

O alerta para o incêndio foi dado às 12:02 e, segundo disse à Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, o fogo contava pelas 14:30 com três frentes ativas.

“Os acessos e os ventos fortes favoráveis ao incêndio são os principais problemas com que se deparam no terreno os operacionais”, acrescentou a mesma fonte, na altura.

Entretanto, em declarações à RTP3, o comandante José Ricardo Horta, do Comando Sub-regional do Baixo Alentejo, disse que uma descarga de água atingiu um bombeiro, que foi transportado para o Hospital de Beja para ser assistido.

Este incêndio obrigou ainda ao corte da A2, em ambos os sentidos, mas a circulação já foi retomada.

Últimas do País

Portugal registou a segunda maior subida homóloga dos preços das casas, 17,7%, no terceiro trimestre de 2025, com a média da zona euro nos 5,1% e a da União Europeia (UE) nos 5,5%, divulga hoje o Eurostat.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM alertou hoje que muitos profissionais já atingiram 60% do limite mensal de horas extraordinárias em Lisboa, impossibilitando a abertura de mais meios de emergência e revelando fragilidades na capacidade operacional.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores do INEM, Rui Gonçalves, denunciou hoje um "forte desinvestimento" no Instituto nos últimos anos e lamentou a existência de "dirigentes fracos", defendendo uma refundação que garanta a resposta em emergência médica.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu hoje dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.
Portugal regista desde o início de dezembro um excesso de mortalidade de cerca de 22% associado ao frio e à epidemia de gripe, com aumento proporcional das mortes por doenças respiratórias, segundo uma análise preliminar da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A enfermeira diretora da ULS Amadora-Sintra demitiu-se do cargo, alegando não existirem condições para continuar a exercer funções, anunciou hoje a instituição.
O INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses acordaram hoje um reforço de meios permanentes ao serviço da emergência médica, ainda não quantificado, mas que inicialmente se vai focar em responder a constrangimentos na margem sul de Lisboa.
Do Seixal a Sesimbra e a Tavira, o padrão repete-se: três pessoas morreram em diferentes pontos do país após esperas prolongadas por assistência médica, num retrato da rutura do socorro.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) abriu uma auditoria interna aos procedimentos associados ao caso da mulher que morreu na Quinta do Conde, Sesimbra, depois de esperar mais de 40 minutos por socorro.
O Tribunal Judicial de Leiria começa a julgar no dia 23 um professor acusado de dois crimes de maus-tratos em concurso aparente com dois crimes de ofensa à integridade física qualificada.