Proibidos cartazes de grandes dimensões ou com mensagens ofensivas

©Facebook\JMJ

Cartazes de grandes dimensões ou com mensagens ofensivas e tendas são alguns dos objetos proibidos nos recintos onde decorrem os eventos da Jornada Mundial da Juventude, que começa na terça-feira, anunciou hoje a PSP.

Num comunicado hoje divulgado, a PSP alerta para as condições de acesso aos recintos, lembrando que, antes e durante os eventos principais, serão criados perímetros de segurança, com diferentes pontos de acesso, onde serão efetuadas revistas por polícias uniformizados.

“Estas revistas podem ser realizadas por palpação ou com recurso a outros meios, como pórticos, raio-x e raquetes portáteis”, informa a PSP.

Lembra igualmente que os peregrinos devem evitar levar consigo mochilas de grandes dimensões, vestuário pesado ou qualquer outro objeto que possa dificultar a revista, evitando assim o aumento do tempo de espera.

A lista de objetos proibidos, que estará sempre afixada à entrada destes pontos de acesso, inclui ainda apontadores de laser, drones, explosivos, bicicletas e trotinetes, objetos de vidro, facas, armas ou outros objetos perfurantes e artigos de pirotecnia e fogo de artifício.

A PSP adianta ainda que, à exceção de cães-guia, não são permitidos animais de estimação nos recintos onde decorrem os eventos da JMJ, que decorre entre 01 e 06 de agosto e contará com a presença do Papa Francisco.

A polícia aconselha as pessoas a levarem consigo uma garrafa de água de plástico, que depois poderão encher nos diversos pontos de água disponibilizados e pede que transportem os objetos de higiene pessoal em sacos de plástico transparente, preferencialmente herméticos.

Apela ainda a quem vai assistir aos eventos para seguir para os locais com tempo. “Quanto mais cedo chegarem, mais rápido será o processo de revista, evitando assim aglomerados de pessoas e tornando o trabalho da Polícia mais fácil e rápido”, acrescenta.

A PSP sugere ainda que cada um defina um ponto de encontro com o seu grupo, para o caso de alguém se perder.

Nas últimas 24 horas, no âmbito das operações policiais desenvolvidas em contexto pré-jornada, a PSP deteve, a nível nacional, 95 pessoas, 36 das quais por crimes rodoviários (condução sob influência do álcool ou sem habilitação legal, tráfico de droga, furtos e roubos e tráfico ou detenção ilegal de arma proibida. Foram ainda cumpridos 17 mandados de detenção judiciais.

A PSP apreendeu também 12 armas – das quais cinco de fogo e sete armas brancas – e mais de 2.340 doses individuais de estupefaciente.

Quanto à segurança rodoviária, registou 136 acidentes rodoviários, dos quais resultaram 46 feridos (45 ligeiros e um ferido grave).

Últimas do País

Lares sem eletricidade, centros de saúde encerrados, falhas no abastecimento de água e hospitais a adiar consultas e cirurgias. Foi este o cenário que se viveu em várias regiões do país após o apagão e a sequência de tempestades que atingiram Portugal nas últimas semanas.
Mais de nove mil bebés nascidos em 2025 têm mãe brasileira. A imigração já representa 28% da natalidade nacional, o valor mais elevado de sempre.
A Secretaria-Geral do Governo assinou dois dias antes do Natal um contrato para assegurar SportTV ‘premium’ no Palacete de São Bento e no Parlamento. O acordo prolonga-se por três anos e meio.
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, da Beira Baixa, Beira Alta, do Douro, Oeste e Urbanos de Coimbra continua hoje com constrangimentos ou suspensas em alguns troços na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo a CP.
A PSP deteve na sexta-feira, na freguesia de Campo de Ourique, três homens e uma mulher, entre os 23 e 55 anos, por serem suspeitos de tráfico de droga e apreenderam mais de duas mil doses de heroína e cocaína.
A melhoria do estado do tempo está a proporcionar um desagravamento das situações de cheia, menos rápido nas zonas mais afetadas, com os deslizamentos de terra a merecerem uma especial preocupação das autoridades, segundo o comandante nacional da Proteção Civil.
A Comissão de Utentes da Saúde de Braga alertou hoje que vários utentes oncológicos do Hospital de Braga estão sem medicamentos desde quinta-feira, mas o hospital nega "rutura de fármacos" e diz que há "apenas uma gestão criteriosa".
As águas estão a baixar consideravelmente no vale do Mondego, mas ainda vai demorar algumas semanas até a situação normalizar, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, José Veríssimo.
A Casa do Douro alertou hoje para a “situação de emergência vívida” nesta região, onde o mau tempo destruiu vinhas, derrubou muros e taludes e pediu apoios urgentes para os viticultores, independentemente do município.
Um homem, de 34 anos, morreu hoje no hospital Amadora-Sintra, depois de ter dado entrada durante a madrugada com ferimentos de arma de fogo, juntamente com um jovem de 16 anos, após confrontos na Cova da Moura.