Ciganos apropriam-se de stand de família na Feira da Luz, em Carnide

Um empresário e a sua família queixam-se de terem ficado sem o stand que pagaram para poderem vender os seus produtos na Feira da Luz, em Carnide (Lisboa).

Em declarações ao Folha Nacional, o empresário – que pediu para não ser identificado – conta que os problemas com elementos da comunidade cigana começaram na edição da Feira do ano passado quando foi ameaçado “de morte” para abandonar o stand cuja licença já tinha sido paga à Junta de Freguesia de Carnide.

O empresário conta ainda que a polícia foi informada e a situação ficou pelas ameaças verbais. Este ano, o homem abordou a Junta de Freguesia a propósito desta questão, tendo-lhe sido “garantido que este ano não haveria problemas”.

No entanto, não foi isso que se verificou. “Durante a tarde de sexta-feira, dia 25 de agosto, um grupo de ciganos invadiu o nosso stand e partiu-lhe a lateral com paus, dizendo que iam à nossa procura”, conta ao Folha Nacional o empresário.

Este episódio foi-lhe relatado por pessoas que assistiram ao sucedido.

No dia seguinte, os elementos daquela etnia apropriaram-se do stand em causa, colocando os seus artigos à venda. “O que é certo é que nós pagámos o stand, mas não estamos lá porque o espaço foi-nos retirado à força.

E houve outro comerciante, cujo stand era ao lado do nosso, que deixou de participar na feira por medo do que pudesse acontecer”, referiu o empresário, acrescentando que “estão avender os produtos deles no nosso stand onde está escrito o nome da nossa empresa”.

“E assim anda a nossa sociedade: a ser ameaçada por estas pessoas. Na Junta disseram-me que não as conseguem controlar”, lamentou.

Últimas do País

A Livraria Lello apresentou uma proposta que permite à comunidade muçulmana continuar a utilizar o imóvel durante mais de um ano sem qualquer encargo com rendas. O edifício apresenta irregularidades urbanísticas que a Câmara do Porto exige que sejam resolvidas.
Dois homens, de 27 e 42 anos, ficaram em prisão preventiva após detidos, na sexta-feira, junto ao Polo Universitário do Porto numa operação de desmantelamento de uma "relevante rede" de tráfico de droga, informou hoje a PSP.
Três homens e uma mulher foram detidos na segunda-feira, no distrito de Vila Real, pela suspeita do crime de incêndio florestal devido a queimas autorizadas que se terão descontrolado, disse hoje fonte da GNR.
O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.