Ciganos apropriam-se de stand de família na Feira da Luz, em Carnide

Um empresário e a sua família queixam-se de terem ficado sem o stand que pagaram para poderem vender os seus produtos na Feira da Luz, em Carnide (Lisboa).

Em declarações ao Folha Nacional, o empresário – que pediu para não ser identificado – conta que os problemas com elementos da comunidade cigana começaram na edição da Feira do ano passado quando foi ameaçado “de morte” para abandonar o stand cuja licença já tinha sido paga à Junta de Freguesia de Carnide.

O empresário conta ainda que a polícia foi informada e a situação ficou pelas ameaças verbais. Este ano, o homem abordou a Junta de Freguesia a propósito desta questão, tendo-lhe sido “garantido que este ano não haveria problemas”.

No entanto, não foi isso que se verificou. “Durante a tarde de sexta-feira, dia 25 de agosto, um grupo de ciganos invadiu o nosso stand e partiu-lhe a lateral com paus, dizendo que iam à nossa procura”, conta ao Folha Nacional o empresário.

Este episódio foi-lhe relatado por pessoas que assistiram ao sucedido.

No dia seguinte, os elementos daquela etnia apropriaram-se do stand em causa, colocando os seus artigos à venda. “O que é certo é que nós pagámos o stand, mas não estamos lá porque o espaço foi-nos retirado à força.

E houve outro comerciante, cujo stand era ao lado do nosso, que deixou de participar na feira por medo do que pudesse acontecer”, referiu o empresário, acrescentando que “estão avender os produtos deles no nosso stand onde está escrito o nome da nossa empresa”.

“E assim anda a nossa sociedade: a ser ameaçada por estas pessoas. Na Junta disseram-me que não as conseguem controlar”, lamentou.

Últimas do País

Um homem de 28 anos foi detido pela terceira vez por suspeita de agredir os pais em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, segundo a GNR.
Um homem de 51 anos ficou preso preventivamente por ser suspeito de crimes de abuso sexual de pessoas incapazes de resistência na instituição onde residem, anunciou hoje a Polícia Judiciária do Centro.
Um motorista TVDE, suspeito de ter violado uma cliente, foi detido, mas acabou por sair em liberdade por decisão judicial. O homem estará ligado a ataques contra três mulheres e já tinha sido condenado por crimes semelhantes.
Uma operação de grande dimensão contra o tráfico de droga terminou com 16 detenções no Porto e arredores. A PSP realizou dezenas de buscas, apreendeu estupefacientes e encontrou cerca de 100 mil euros numa das habitações. O principal alvo era uma família suspeita de integrar uma rede de tráfico ligada ao antigo bairro do Aleixo.
Liceu Francês Charles Lepierre, em Lisboa, suspendeu o início das aulas esta quinta-feira, 8 de outubro, depois de surgirem informações sobre um possível bloqueio organizado por alunos do ensino secundário. A decisão foi tomada em articulação com a Embaixada de França, numa altura em que os protestos estudantis franceses já provocaram o encerramento de centenas de escolas.
Uma mulher foi violentamente agredida pelo companheiro quando tentava sair de casa com o filho de apenas dez meses nos braços. O homem acabou condenado a dois anos e meio de prisão, mas não terá de cumprir a pena na cadeia, uma vez que ficou suspensa.
A Operação Hermes já levou ao arresto de património avaliado em nove milhões de euros. Contas bancárias e outros bens ficaram sob controlo judicial, numa medida destinada a impedir a sua movimentação ou dissipação enquanto decorre a investigação.
A incidência do cancro do fígado está a aumentar em Portugal, com mais de 1.500 novos casos anualmente, segundo a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), que lançou uma ação nacional de consciencialização sobre a doença.
Uma operação da GNR levou à apreensão esta madrugada de mais de 500 quilos de cocaína na praia da Tocha, em Cantanhede (Coimbra), tendo sido apreendida também uma viatura, adiantou esta força policial.
Mais de 30% dos profissionais de saúde em Portugal que participaram num estudo liderado pela Universidade de Coimbra (UC) identificaram a violência psicológica como frequente a generalizada no local de trabalho, revelou hoje aquela instituição.