Ventura diz que CHEGA “está indisponível” para acordos com Albuquerque

O presidente do CHEGA, André Ventura, anunciou hoje que o seu partido “está indisponível” para acordos e entendimentos com Miguel Albuquerque, e defendeu que o líder do PSD/Madeira deve demitir-se com “efeitos imediatos”.

© Folha Nacional

“Quero deixar claro, olhos nos olhos, após conversa que tive há minutos com o novo líder parlamentar do CHEGA da Madeira, o Miguel Castro, que o Chega está indisponível para fazer qualquer acordo, qualquer coligação, qualquer entendimento com Miguel Albuquerque”, disse André Ventura, numa declaração aos jornalistas na sede nacional do CHEGA, em Lisboa.

Após conhecidos os resultados das legislativas na região autónoma, onde a coligação PSD/CDS falhou a maioria absoluta (24 deputados), Ventura defendeu que, em nome da “coerência em política, Miguel Albuquerque deve demitir-se das suas funções de presidente do Governo Regional e de líder do PSD/Madeira com efeitos imediatos”.

“Em política, as palavras têm de ter consequências”, defendeu, lembrando que o dirigente social-democrata disse que recusaria governar e se demitiria da liderança do PSD/Madeira caso a coligação que liderou não conseguisse maioria absoluta.

Últimas de Política Nacional

O partido liderado por André Ventura vota a favor do alargamento e acusa Governo de manter um sistema injusto para as famílias.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA, André Ventura, acusou esta quinta-feira, 22 de janeiro, Marques Mendes de se ter juntado ao “tacho de interesses” ao declarar o seu apoio a António José Seguro na segunda volta, dirigindo também críticas a CDS e Iniciativa Liberal.
Será o primeiro, o último e o único. António José Seguro aceitou apenas um debate televisivo frente a André Ventura, tornando o confronto da próxima terça-feira o único momento de embate direto entre os dois candidatos à Presidência da República antes da votação final.
Uma militante do PS do Barreiro, com assento na comissão política local e influência na definição das listas autárquicas, é apontada como ligada ao grupo 1143. Fontes socialistas confirmam a informação, mas a estrutura local mantém-se em silêncio e não retirou a confiança política.
Sob um clima de confronto desde o primeiro minuto, André Ventura entrou na entrevista da RTP a defender-se de perguntas polémicas e a virar o jogo político: da controvérsia inicial à mensagem central, o candidato deixou claro que a segunda volta é uma escolha sem meio-termo.
O Ministério Público de Alenquer deverá receber uma queixa-crime contra um vereador da CDU na Câmara Municipal da Azambuja, depois de este ter admitido a utilização de uma viatura municipal para fins privados. O caso está a gerar polémica política e acusações de falta de ética na gestão de bens públicos.
Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA, desafia o primeiro-ministro a assumir de que lado está nas presidenciais. Para o CHEGA, apoiar um candidato socialista depois de criticar o PS é incoerente e a direita tem agora uma oportunidade histórica de travar o socialismo em Belém.
Projeto de lei, a que o Folha Nacional teve acesso, centra-se no superior interesse da criança e na evidência científica.
O CHEGA tentou levar o ministro da Economia e da Coesão Territorial ao Parlamento para explicar o acordo político entre PSD e PS sobre as CCDR. Os dois partidos uniram-se para travar o escrutínio e impedir esclarecimentos sobre um entendimento que decide lideranças regionais à porta fechada.
O candidato presidencial André Ventura desafiou hoje o seu adversário, António José Seguro, para três debates durante uma campanha para a segunda volta e acusou o socialista de “querer fugir” à discussão por “medo do confronto”.