Funcionários de empresas no Aeroporto de Lisboa detidos por tráfico de droga

Três funcionários de empresas no Aeroporto de Lisboa sobre os quais recaem “fortes suspeitas” de tráfico de droga foram detidos em flagrante delito, anunciou hoje a Polícia Judiciária, segundo a qual foi apreendida uma elevada quantidade de cocaína.

©Facebook PJ

As detenções ocorreram no âmbito da operação “Limpeza Profunda VI” e incidem num “grupo criminoso” que, através de voos de linha aérea regular, se dedicava “à introdução de grandes quantidades de produtos estupefacientes em território nacional”, afirmou a PJ, em comunicado.

Os detidos “retiravam a droga diretamente do porão dos aviões, logo após a sua chegada, desviando-a da fiscalização das bagagens”, referiu a mesma fonte.

“Foi apreendida uma elevada quantidade de cocaína que, caso chegasse aos circuitos ilícitos de distribuição, seria suficiente para a composição de pelo menos 440.000 doses individuais; droga esta que acabara de chegar a Lisboa, num voo oriundo da América Latina”, acrescentou a PJ.

Foi igualmente apreendida uma “elevada quantidade de dinheiro em notas”, quatro automóveis de alta cilindrada, telemóveis e diversa documentação “com relevância para a prova dos factos em investigação”.

Os detidos, de 42, 47 e 50 anos de idade, foram presentes a primeiro interrogatório judicial, tendo sido aplicada a todos a medida de coação de prisão preventiva.

A operação contou com o apoio da Polícia de Segurança Pública. De acordo com a PJ, a investigação prossegue.

Últimas do País

Mais de cem professores da zona de Lisboa foram convocados para classificar exames nacionais, mas estavam de férias ou baixa médica, revelou hoje o ministro da Educação, que insistiu na necessidade de um novo modelo de seleção.
O número de sinistros participados devido ao mau tempo que atingiu o país no início do ano ultrapassou os 219 mil, anunciou a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), que estima um custo total de 1.400 milhões de euros.
O presidente do CHEGA revela que desapareceram documentos e duas 'pens' com informação relacionada com a Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves e com o gabinete do primeiro-ministro. A Polícia Judiciária está a investigar.
A GNR deteve, nos primeiros quase sete meses deste ano, 155 suspeitos da prática do crime de incêndio florestal, depois de em 2025 ter registado 5.301 crimes ligados a este delito, foi revelado esta terça-feira.
O incêndio em Rochoso, Guarda, que começou às 13:51 de segunda-feira, tem três frentes ativas hoje de manhã, que estão a ser combatidas por 320 operacionais, 90 viaturas e 11 meios aéreos, disse a Proteção Civil.
Cerca de 300 pessoas tiveram de ser retiradas das suas habitações hoje de noite, em Setúbal, devido a um incêndio num estacionamento subterrâneo, onde arderam seis veículos, disse à Lusa fonte da proteção civil.
Documentos espalhados pelo chão, mobiliário remexido e evidentes sinais de intrusão. Foi este o cenário encontrado, na manhã desta terça-feira, no gabinete do presidente do CHEGA, André Ventura. O caso surge poucas horas depois de o líder do partido ter exigido, em entrevista à CMTV, um maior escrutínio sobre os casos polémicos que envolvem o antigo diretor nacional da Polícia Judiciária e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.
O Ministério da Educação registou até agora 15 mil pedidos de reapreciação de prova, mais do dobro dos 6.200 pedidos registados na primeira fase do ano passado, anunciou hoje o ministro.
Um homem de 31 anos suspeito de ter matado um primo, de 52, no concelho de Ansião, no domingo à noite, foi detido, disse hoje fonte do Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana (GNR).
Suspeito de 34 anos agrediu violentamente uma jovem antes de enfrentar os agentes chamados à ocorrência. Acabou algemado e detido.