“Governo mata o acesso universal dos portugueses ao SNS”, diz André Ventura

Primeiro faz uma limpeza administrativa dos emigrantes no acesso ao SNS e aos médicos de família, agora limita o acesso dos portugueses as urgências.

© Folha Nacional

Esta semana o Governo anunciou que a partir de 01 de janeiro de 2024, vai limpar de forma administrativa todos os não residentes em Portugal. A partir de janeiro os nossos emigrantes vão passar a ser tratados pelo SNS como se fossem turistas.

André Ventura reforçou na Assembleia da República no debate sobre o estado da função pública, que este Governo “continua a dar tudo aos imigrantes e refugiados, e aos nossos, aqueles que são do nosso sangue, veda-lhes os direitos fundamentais”.

O Ministro da saúde anunciou ontem que este plano de degradação da saúde vai passar para um outro nível. Estão a preparar um verdadeiro corte aos portugueses no acesso às urgências.

“De má medida em má medida vão matando o nosso SNS, sobretudo o acesso a cuidados de saúde dos nossos cidadãos”, disse André Ventura.

Últimas de Política Nacional

João Cotrim Figueiredo é acusado de assédio por uma ex-assessora, mas nega tudo. A denúncia foi feita nas redes sociais.
O candidato presidencial André Ventura afirmou hoje que o tratado entre a União Europeia e o Mercosul será “a última pedra na sepultura” da agricultura nacional, criticando Marcelo por não se ter posicionado junto ao Governo.
A mais recente tracking poll da Pitagórica para a CNN Portugal mostra o candidato do CHEGA como o nome mais apontado como favorito pelos portugueses para vencer as Presidenciais de 2026, com António José Seguro e Marques Mendes empatados atrás de Ventura.
André Ventura alertou para uma realidade que considera inaceitável na saúde pública portuguesa: falta de macas, doentes no chão e improviso nas urgências. Para o candidato presidencial, estes episódios mostram um SNS sem respostas para situações básicas.
O candidato presidencial e líder do CHEGA remeteu hoje para “a consciência” do presidente do PSD e primeiro-ministro uma decisão sobre um eventual apoio à sua candidatura, num cenário de segunda volta que o opôs a António José Seguro.
O número de eleitores recenseados para as eleições de 18 de janeiro é de 11.039.672, mais 174.662 votantes do que nas presidenciais de 2021, segundo a atualização final do recenseamento eleitoral.
Sem voto postal e com queixas de boletins que não chegam, um em cada seis eleitores pode ficar fora das presidenciais. A Folha Nacional sabe que cidadãos portugueses no estrangeiro estão a alertar para falhas no processo.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA lamentou hoje a “inoportunidade” do Conselho de Estado, no qual vai participar, e onde pretende transmitir ao Presidente da República que devia ter tido uma “ação firme” com o Governo na saúde.
O presidente da República promulgou, esta quinta-feira, o diploma que prevê a centralização dos serviços de urgência externa no Serviço Nacional de Saúde (SNS), as chamadas urgências de âmbito regional.
O candidato presidencial André Ventura afirmou que o primeiro-ministro ignorar um pedido de demissão de um ministro feito pelo Presidente da República resultaria num “cenário de conflito aberto”.