Elementos da PSP e GNR no aeroporto de Lisboa para mostrar a quem chega o seu protesto

Cerca de 70 elementos da PSP e da GNR estão desde as 06:00 de hoje em vigília junto ao aeroporto de Lisboa para mostrar a quem chega a Portugal o seu protesto por melhores condições salariais.

©D.R.

 

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da plataforma que congrega os sindicatos da PSP e GNR e presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia, Bruno Pereira, disse que esta vigília vai durar até à hora de almoço, é simbólica e visa chamar a atenção de quem visita Portugal para os problemas da polícia portuguesa.

“É muito importante a nossa presença aqui. Por um lado para dar a conhecer os nossos problemas e por outro para manter na ordem do dia o assunto para que o próximo Governo tome decisões”.

A plataforma exige um suplemento idêntico ao que foi atribuído à Polícia Judiciária.

A Plataforma que congrega sindicatos da PSP e associações da GNR promovem hoje vigílias nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Funchal, além do porto marítimo de Lisboa.

Esta plataforma, que congrega sete sindicatos da Polícia de Segurança Pública e quatro associações da Guarda Nacional Republicana, tem ainda agendados, para a próxima segunda-feira, uma concentração na Praça do Comércio, em Lisboa, e, para o dia 02 de março, um encontro nacional de polícias da PSP e militares da GNR.

Os elementos da PSP e da GNR têm protagonizado vários protestos para exigir um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária, tendo a contestação começada há mais de um mês.

A maioria dos protestos tem sido convocada através de redes sociais, nomeadamente ‘WhatsApp’ e ‘Telegram’, tendo surgido o movimento inorgânico ‘movimento inop’ que não tem intervenção dos sindicatos, apesar de existir a plataforma criada para exigir a revisão dos suplementos remuneratórios nas forças de segurança.

Nos últimos dias vários polícias da PSP e militares da GNR apresentaram baixas, o que levou ao cancelamento de jogos da I e II liga de futebol, apesar de a plataforma não assumir que sejam uma forma de protesto, tendo o ministro da Administração Interna determinado a abertura de um inquérito urgente à Inspeção Geral da Administração Interna sobre estas súbitas baixas.

Últimas do País

Cerca de meia centena de pessoas com sintomas de intoxicação alimentar foram assistidas no Hospital das Caldas da Rainha, a maioria jovens que participam num torneiro de futebol, informou hoje a Câmara Municipal.
A GNR deteve hoje 21 homens e cinco mulheres suspeitos de pertencer a uma rede de tráfico de droga que atuava nos distritos de Aveiro e Porto, informou aquela força de segurança.
A Unidade de Saúde Familiar (USF) Gago Coutinho, em Alverca do Ribatejo, encerrou temporariamente devido às temperaturas elevadas e à avaria do sistema de climatização (AVAC), deixando utentes sem acesso à unidade até que o problema seja resolvido.
Um homem traficante de droga tentou agredir agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) durante a sua detenção na Póvoa de Santa Iria e acabou por provocar danos na esquadra, num caso que terminou com a detenção de quatro suspeitos de tráfico de droga.
O despiste e atropelamento que ocorreu hoje na União de Freguesias de Agualva e Mira-Sintra envolveu um autocarro da Carris Metropolitana e provocou dois mortos e 14 feridos, quatro dos quais em estado grave, segundo a Proteção Civil.
Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.
Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende impedir que pessoas condenadas por maus-tratos a animais possam voltar a deter animais de companhia, através da criação do Registo Nacional de Condenados por Maus-Tratos a Animais (RNCMA).
Nas cadeias estão, neste momento, 85 presos pelo crime de incêndio florestal e há ainda 20 arguidos e condenados com pulseira eletrónica nos meses de maior risco de incêndio, segundo a Direção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
O CHEGA vai propor um debate de urgência no Parlamento para que o ministro da Educação dê explicações sobre as “falhas brutais” nos exames nacionais e afasta para já a realização de uma comissão de inquérito.