Zelensky pede ação conjunta para evitar desastres ambientais na Europa

O Presidente da Ucrânia pediu uma ação europeia conjunta para proteger os sistemas energéticos e garantir que "não ocorram mais desastres ambientais na Europa".

© Facebook de Volodymyr Zelensky

 

“A proteção destas instalações [de energia], tanto na Ucrânia como com os nossos parceiros. É crucial não só para o nosso Estado, mas também para os nossos vizinhos e para todo o continente”, defendeu Volodymyr Zelensky, na intervenção diária feita na sexta-feira à noite.

O líder do governo ucraniano deu como exemplo “a catástrofe na central elétrica de Kharkov” (leste) e alertou para “a intenção da Rússia de reproduzir” este episódio, argumentando que “deve tornar-se uma tarefa conjunta – não apenas para a Ucrânia – garantir que tais desastres ambientais não voltem a acontecer na Europa”.

Zelensky agradeceu a todos os parceiros que ajudam a Ucrânia “a garantir um fornecimento adequado de defesa aérea”, referindo ser “extremamente importante”.

O responsável ucraniano reconheceu que “na frente diplomática, dedicaram muitos esforços não só para contrariar a influência russa, mas também para persuadir os seus parceiros a aumentar o fornecimento de sistemas de defesa aérea e de mísseis”.

O presidente do Parlamento Europeu garantiu que a Ucrânia “vai continuar o seu trabalho na frente diplomática”, sendo que “uma das principais prioridades é agora uma maior coordenação” e a elaboração de “mais projetos de qualidade, de tudo o que reforce o Estado [ucraniano] na defesa contra as ambições russas e na capacidade de contrariar ambições hostis”.

Por outro lado, o governo ucraniano publicou também a declaração de património, rendimentos, despesas e obrigações financeiras para o ano passado dos detentores de cargos públicos locais ou estatais.

De acordo com uma nota oficial, os rendimentos do chefe de Estado e familiares ascendem a 12,4 milhões de grivnas (cerca de 293 mil euros), incluindo os provenientes da venda de obrigações do Estado.

“O aumento dos rendimentos em relação ao ano anterior deveu-se à retoma do pagamento das rendas (…) Não houve outras alterações significativas em 2023 em termos de ativos, imóveis, veículos, etc.”, acrescentou.

Últimas do Mundo

O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
O Ministério Público de Munique, na Alemanha, acusou hoje um jovem de 15 anos de planear um ataque com explosivos, afirmando que o seu principal alvo era uma sinagoga.
A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.
Jamey Carney, conhecida pelo apoio à causa palestiniana e aos direitos dos migrantes, foi encontrada morta na Irlanda. O principal suspeito é o companheiro, que abandonou o país e acabou detido na Jordânia.
O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.
Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.
Há mais de uma década que a União Europeia (UE) regista mais mortes do que nascimentos. Ainda assim, a população continua a crescer porque entram mais pessoas do que aquelas que abandonam o espaço europeu.
Oito mulheres foram mortas desde o início de 2026. Em sete dos homicídios existe um suspeito identificado e, em seis deles, o alegado autor é um cidadão estrangeiro, segundo dados da Women’s Aid.
Portugal tinha 331 camas hospitalares por 100 mil habitantes em 2024, atrás da média da União Europeia (507).
Quatro pessoas acusadas de pertencerem a rede criminosa que desviou 140 milhões de euros com fraudes cibernéticas em vários países europeus foram detidas em Portugal, Espanha e Panamá, anunciou hoje a polícia espanhola.