20 Junho, 2024

Uma Europa de Nações

© Folha Nacional

Aproximam-se as eleições europeias e, tamanha foi a vitória do CHEGA nas legislativas, vários comentadores, jornalistas e políticos já começaram a passar a ideia de que o CHEGA é contra a Europa. Afirmar isto é de uma total desonestidade, puramente falso.

Desde cedo o partido caracterizou-se pela defesa da comunidade europeia, do Euro, da cooperação económica, contudo, lógica e objectivamente, o CHEGA reconhece os aspectos positivos da nossa integração europeia mas também a necessidade de corrigirmos os problemas e a trajectória negativa que o projecto europeu tem seguido nas últimas décadas.

Precisamos de voltar ao bilateralismo (relação entre o nosso Estado e outro) e parar de nos afundar no multilateralismo (relações entre três ou mais Estados).

Defender uma Europa de Nações é defender o multiculturalismo saudável, isto é, a manutenção e preservação não só da nossa cultura como de cada uma das culturas dos nossos parceiros europeus, cessando o caminho que levamos em direcção a uma cultural globalista estéril (o tal multiculturalismo da esquerda).

Precisamos de competir uns contra os outros da forma natural e saudável que fazíamos nos primeiros anos da Integração Europeia, quando ocorreram os milagres económicos e de desenvolvimento em diversos países europeus. O sucesso económico não se resumiu ao plano Marshall; nessa altura não se pagavam subsídios para as pessoas não produzirem. Em vez de trabalharmos para ter um mercado melhor e mais forte que o chinês, estamos a fechar o mercado europeu para vivermos na nossa bolha. Numa altura em que os Estados Unidos tinham a mais poderosa industria automóvel no mundo, nos não fechamos o mercado… competimos e superamos, como foi o caso da indústria automóvel alemã.

Sem soberania, problemas como os da imigração ilegal nunca serão resolvidos; de que nos vale conseguir controlar quem chega pelo Algarve se qualquer um pode atravessar o Guadiana? E depois admiram-se porque é que o CHEGA venceu no Algarve…

Para podermos corrigir o rumo que as nações europeias têm tomado, é necessário votar na mudança. Essa mudança, em Portugal, é possível através do voto no CHEGA; conjuntamente com os outros partidos de direita europeus, trabalharemos para dar um novo rumo à Europa, um rumo de soberanias competitivas.

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