CHEGA aprova investigação parlamentar aos desvios na Santa Casa

Com os votos contra de PS, abstenção de PCP e Livre, o CHEGA fez aprovar, no passado dia 21 de junho, a sua proposta de inquérito parlamentar à Santa Casa.

© Folha Nacional

Este inquérito tem como objectivo esclarecer todos os negócios que foram feitos pelas anteriores administrações da Santa Casa e que terminaram num resultado de má gestão.

“A Santa Casa é o exemplo de tudo o que está errado em Portugal”, afirmou André Ventura.

“Temos de saber para onde foi o dinheiro da Santa Casa, quem beneficiou dele e porque é que a gestão foi tão mal feita” , sublinhou o Presidente do CHEGA numa das suas intervenções no plenário de dia 20 de junho, acusando mesmo o PS de ser um dos culpados da referida má gestão e defendendo que o “PS devia assumir parte da responsabilidade do que aconteceu na Santa Casa”.

O presidente do CHEGA afirmou ainda que a “Santa Casa é um enorme polvo de nomeações e perdas de dinheiro” e que com este inquérito parlamentar “vamos  descobrir os ‘Paulos Pedrosos’ desta vida e fazê-los pagar pelo que fizeram a Portugal”.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA regista 25,8% das intenções de voto no mais recente Barómetro DN/Aximage, consolidando-se como uma das principais forças políticas do país. O estudo indica ainda que André Ventura é apontado por mais de metade dos inquiridos como a principal figura da oposição.
O Ministério Público acusou Diamantino Oliveira Lopes, eleito pelo PS para a Junta de Freguesia de Moreira do Rei e Várzea Cova, no concelho de Fafe, distrito de Braga, no mandato autárquico de 2017 a 2021, dos crimes de prevaricação e falsificação de documento, num procedimento de loteamento alegadamente destinado a beneficiar o próprio filho.
O líder do CHEGA saudou hoje o compromisso do Presidente da República de não dissolver o parlamento em caso de chumbo do Orçamento do Estado, mas avisou que esta posição "tem limites" e pode "esbarrar na realidade parlamentar".
O requerimento do CHEGA para ouvir presencialmente o coordenador operacional do INEM no Norte, Miguel Ângelo Santos, foi chumbado na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM com votos contra de PS e PSD.
Após um confronto com a vice-presidente do Parlamento, Teresa Morais, o líder do CHEGA, André Ventura, decidiu abandonar o hemiciclo, acompanhado por toda a bancada do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, defendeu no Parlamento que o debate sobre racismo em Portugal está marcado por critérios diferentes consoante os casos, alertando para o que considera ser uma aplicação seletiva do conceito na sociedade, no desporto e no sistema político.
A audição na comissão de inquérito ao INEM expôs fragilidades nos sistemas informáticos da emergência médica. Confrontada pelo deputado do CHEGA, Pedro Frazão, a antiga responsável dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) reconheceu que os sistemas são antigos e que poderia ter havido maior intervenção.
O Ministério Público decidiu arquivar o processo que levou ao levantamento da imunidade parlamentar do deputado do CHEGA João Ribeiro. A decisão concluiu que não existem indícios que justifiquem a continuação da investigação.
O presidente do CHEGA, André Ventura, questionou o Governo sobre a resposta do Estado a portugueses que se encontram em zonas de conflito, defendendo que o Executivo deve garantir proteção e eventual repatriamento dos cidadãos nacionais em territórios afetados pela guerra.
O grupo parlamentar do CHEGA questionou a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, sobre o encerramento das urgências de obstetrícia dos hospitais do Barreiro e de Vila Franca de Xira, através de uma pergunta parlamentar entregue na Assembleia da República.