Aumento da criminalidade preocupa cidadãos e autoridades

© D.R.

Portugal tem registado um aumento preocupante na insegurança e na criminalidade, o que tem alarmado tanto os cidadãos como as autoridades.

Nos últimos meses, incidentes como assassínios, assaltos, furtos e agressões violentas têm-se tornado mais frequentes em diversas regiões do país, especialmente nas grandes áreas urbanas como Lisboa e Porto. Este crescimento na criminalidade está a gerar um clima de apreensão entre a população, que começa a sentir os efeitos da violência mais próxima da sua realidade quotidiana.

As autoridades têm intensificado os esforços para combater esta tendência, no entanto, os poucos meios de que dispõem têm-se revelado insuficientes para fazer face a este aumento, criando a perceção de que as forças de segurança estão sobrecarregadas e incapazes de responder eficazmente à crescente onda de criminalidade.

A sensação de insegurança persiste, refletida num maior número de denúncias e numa crescente demanda por medidas mais eficazes. Muitos apontam para o descontrolo na imigração e para o sentimento de impunidade entre os criminosos como dois dos principais fatores que contribuem para este aumento. A perceção de que crimes graves, como assassínios e agressões violentas, estão a aumentar, tem levado a um sentimento generalizado de medo e incerteza.

O partido CHEGA, conhecido pelas suas posições firmes em relação à imigração e à segurança, tomou a liderança nesta luta, convocando uma manifestação “contra a imigração descontrolada e a insegurança” para o próximo dia 21 de setembro, em Lisboa. Esta ação reflete a crescente preocupação entre segmentos da população que veem na imigração descontrolada uma das causas do aumento da criminalidade.

Últimas do País

Sandra Pereira revelou estar em tratamento oncológico e afirmou que nunca deixou de trabalhar. Contudo, "esta não é a realidade dos portugueses. Nem todas as pessoas conseguem por inúmeros fatores", tal como evidenciou a deputada do CHEGA Cristina Rodrigues.
O líder do CHEGA acusa Governo de abandonar quem trabalha e desconta para viabilizar a Prestação Social Única com o apoio do PS. O partido liderado por André Ventura votou contra o diploma.
Um homem esfaqueou hoje uma mulher num centro comercial de Leiria, pôs-se em fuga de imediato e acabou detido em Lisboa, confirmou à agência Lusa fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP).
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) manifestou-se hoje contra a decisão do INEM de excluir as motas de emergência pré-hospitalar do financiamento às associações, alegando que apresentam "resultados muito positivos" no socorro à população.
Os dados do INE confirmam uma transformação demográfica acelerada: em 27 municípios, os residentes estrangeiros ultrapassam os 20% da população e, em Odemira, já são mais de 52%.
Quatro homens, com idades entre 28 e 50 anos, foram detidos no concelho de Alcobaça por suspeita de tráfico de droga e posse de armas, informou hoje a GNR, acrescentando ter apreendido mais de 800 doses de cocaína.
A Unicef Portugal defende que nas consultas de acompanhamento de crianças deveria ser possível verificar se os pais têm condições para criar os filhos, a propósito de um estudo divulgado hoje sobre a prevenção da violência contra menores.
O CHEGA quer reforçar os meios de combate ao tráfico de seres humanos em Portugal, depois de Portugal ter registado o maior número de vítimas dos últimos 15 anos. A proposta foi entregue no Parlamento e surge numa altura em que as autoridades continuam a sinalizar centenas de casos ligados à exploração laboral, sexual e outras formas de abuso.
O entendimento alcançado entre PSD e PS para viabilizar a Prestação Social Única mantém a possibilidade de acesso a apoios sociais sem a exigência de um período mínimo de descontos para a Segurança Social, uma das principais condições defendidas pelo CHEGA.
A PSP fiscalizou quatro agências de viagens nas freguesias lisboetas de Arroios e Santa Maria Maior, após denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de serviços para obtenção de documentos que se revelaram falsificados, e registou várias contraordenações, foi esta quarta-feira anunciado.