Aumento da criminalidade preocupa cidadãos e autoridades

© D.R.

Portugal tem registado um aumento preocupante na insegurança e na criminalidade, o que tem alarmado tanto os cidadãos como as autoridades.

Nos últimos meses, incidentes como assassínios, assaltos, furtos e agressões violentas têm-se tornado mais frequentes em diversas regiões do país, especialmente nas grandes áreas urbanas como Lisboa e Porto. Este crescimento na criminalidade está a gerar um clima de apreensão entre a população, que começa a sentir os efeitos da violência mais próxima da sua realidade quotidiana.

As autoridades têm intensificado os esforços para combater esta tendência, no entanto, os poucos meios de que dispõem têm-se revelado insuficientes para fazer face a este aumento, criando a perceção de que as forças de segurança estão sobrecarregadas e incapazes de responder eficazmente à crescente onda de criminalidade.

A sensação de insegurança persiste, refletida num maior número de denúncias e numa crescente demanda por medidas mais eficazes. Muitos apontam para o descontrolo na imigração e para o sentimento de impunidade entre os criminosos como dois dos principais fatores que contribuem para este aumento. A perceção de que crimes graves, como assassínios e agressões violentas, estão a aumentar, tem levado a um sentimento generalizado de medo e incerteza.

O partido CHEGA, conhecido pelas suas posições firmes em relação à imigração e à segurança, tomou a liderança nesta luta, convocando uma manifestação “contra a imigração descontrolada e a insegurança” para o próximo dia 21 de setembro, em Lisboa. Esta ação reflete a crescente preocupação entre segmentos da população que veem na imigração descontrolada uma das causas do aumento da criminalidade.

Últimas do País

Dois homens, residentes em Vila Nova de Gaia, foram detidos por furto, extorsão, falsificação de documentos e fraude fiscal durante uma investigação por tráfico e viciação de automóveis, indicou a Polícia Judiciária (PJ).
A PSP deteve na terça-feira dois homens, de 24 e 27 anos, na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, por tráfico de estupefacientes, apreendendo mais de 23 quilos de heroína e um quilo de cocaína, além de munições.
Um homem de 68 anos foi detido pela GNR por suspeita de incêndio florestal em Alter do Chão, no distrito de Portalegre, após ter utilizado o fogo para realizar uma queimada extensiva que se descontrolou.
Rui Armindo Freitas é acionista da Media Capital, dona da TVI e da CNN Portugal, e admite também ter ações na empresa proprietária do ECO. O governante integra o ministério responsável pela tutela da comunicação social.
O diretor de gestão de risco da Proteção Civil alertou hoje os portugueses para a importância de estarem preparados para agir e adotar comportamentos de autoproteção em caso de sismo, lembrando que Portugal está numa zona de “particular vulnerabilidade”.
Um em cada quatro adolescentes não realizou qualquer tipo de atividade física em 2025, uma tendência de inatividade a nível global que se mantém sem alterações desde 2010, estimou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A magistrada Ana de Campos determinou o cumprimento da chamada ‘lei da burca’ nos protestos pela habitação. A legislação prevê multas até 3000 euros para quem ocultar o rosto em espaços públicos.
Um professor ficou ferido esta quarta-feira após a explosão de um engenho pirotécnico no interior de uma sala de aula da Escola Secundária da Baixa da Banheira, no Vale da Amoreira. O artefacto terá sido lançado por alunos do 8.º ano, provocando a quebra de um vidro e ferimentos no docente.
Os balneários da Escola Secundária de Gondomar estão encerrados desde terça-feira, após a deteção de 'Legionella spp', segundo informou a escola à Lusa. As aulas decorrem normalmente, com adaptações nas aulas de Educação Física.
Cerca de 56 mil alunos não têm asseguradas todas as aulas no ano letivo de 2026/2027. A escassez de docentes continua a afetar as escolas portuguesas, apesar das medidas anunciadas pelo Governo para combater o problema.