PJ deteve suspeito de atear fogo que ajudou a combater em Sátão

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção de um homem de 35 anos suspeito de um crime de incêndio florestal, no concelho de Sátão, distrito de Viseu, fogo que ajudou a combater.

© Facebook da PJ

 

Em comunicado, a PJ referiu que, através da Diretoria do Centro e em colaboração com a Guarda Nacional Republicana, deteve o alegado autor do crime de incêndio florestal ocorrido na quarta-feira, “na mancha florestal localizada entre Ponte Ferreira e Silvãs de Baixo, no concelho de Sátão”.

“O suspeito, presumivelmente através da utilização de um artefacto incendiário, ateou o incêndio na floresta, consumindo uma área de nove hectares de pinheiro-bravo, pinheiro manso e mato, e colocando, ainda, em perigo a integridade física e a vida de pessoas, de habitações”, revelou a PJ.

Segundo a Judiciária, “o incêndio acabou por não assumir proporções mais gravosas devido à rápida e eficaz intervenção dos populares, bombeiros e meios aéreos”.

A PJ adiantou que, neste período e nesta região, “ocorreram vários incêndios florestais, alguns de grande dimensão, existindo a suspeita de que possa ser o autor de outros incêndios”.

Fonte da PJ disse à agência Lusa que o fogo deflagrou “cerca das 13:00 de dia 18” e o arguido, sem antecedentes criminais, “foi ajudar ao combate”.

Desconhecendo-se ainda qual o artefacto utilizado pelo suspeito, a mesma fonte referiu que também não se conhece a motivação.

De acordo com a PJ, nesta investigação há o circunstancialismo de testemunhas terem visto o arguido em movimentações em vários locais.

“Embora não o tenham visto a atear o incêndio, a correlação entre o depoimento das pessoas permite colocá-lo como possível autor”, adiantou a fonte da PJ.

O arguido vai ser presente na quarta-feira a primeiro interrogatório judicial para eventual aplicação de outras medidas de coação.

Últimas do País

A partir do final de julho, os cidadãos imigrantes deixam de ter de se deslocar aos balcões da AIMA para obter o Número de Identificação da Segurança Social (NISS). A atribuição passa a ser automática, eliminando um dos principais procedimentos presenciais do processo.
Um sinal de seis mil euros bastou para abrir as portas de uma moradia de 530 mil euros. Sensibilizado por uma alegada situação familiar dramática, o proprietário entregou as chaves antes da escritura. Um ano depois, continua sem receber o restante dinheiro e luta em tribunal para recuperar a casa.
Ministro da Administração Interna garantiu que a obra incluía apenas um “tanque”, mas as imagens divulgadas pela CNN Portugal mostram uma piscina na propriedade de Luís Neves. A Câmara de Odemira garante não ter recebido qualquer pedido de licenciamento para a intervenção.
Líder do CHEGA acusa o ministro da Administração Interna de ameaçar o maior partido da oposição, jornalistas e a democracia. André Ventura critica ainda o silêncio da RTP e exige esclarecimentos antes do Debate sobre o Estado da Nação.
A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) avançou hoje não existirem, até ao momento, conclusões oficiais da investigação ao acidente ocorrido no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, há uma semana, que provocou dois mortos e 20 feridos.
Mais de 120 mil veículos estarão a circular em Portugal sem o seguro de responsabilidade civil obrigatório. O regulador do setor alerta para "um risco significativo", não sendo casos residuais.
O condutor suspeito de atropelar mortalmente o militar da GNR Jorge Monteiro, na noite de sexta-feira, no IC2, em Alcobaça, ficou em liberdade após ser presente a primeiro interrogatório judicial.
Uma mulher de 53 anos foi detida por suspeita de atear um foco de incêndio em área florestal no concelho de Viseu, informou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR).
A Fénix - Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil exigiu hoje "esclarecimento imediato sobre falhas operacionais do INEM", alertando para "a degradação" do socorro em Portugal, após a morte de um homem, na vila das Taipas.
A Comissão de Combate à Fraude está a investigar uma atualização remuneratória aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais que alegadamente favoreceu os próprios dirigentes e levanta suspeitas de conflito de interesses.