“A luta entre democracia e terrorismo”

Celebrou-se no dia 7 de outubro, um ano do ataque hediondo TERRORISTA, COBARDE, contra um grupo de jovens, Israelitas e Palestinianos, que se encontravam para se divertir, em que a Organização TERRORISTA, Hamas, perpetuou um ataque cobarde, assassinando, violando, decapitando e tomando mais de 150 como reféns, para os usar, conforme é normal nesta organização Terrorista, como escudo e como forma negocial.

O combate ao terrorismo é uma questão de extrema relevância global, especialmente quando envolve organizações como o Hamas, Hezbollah e países que os apoiam, como o Irão, cuja atuação vai além das fronteiras de Israel e Palestina, tendo implicações para a estabilidade e segurança mundial, ao contrário do que alguns discursos radicais ou de carácter Ideológico possam afirmar, o terrorismo não pode ser relativizado ou justificado sob o pretexto de luta política ou resistência, onde a utilização de métodos, como o sequestro, assassinato indiscriminado de civis e manipulação da população como escudo humano são práticas que devem ser repudiadas pela comunidade internacional.

Israel, ao enfrentar organizações terroristas, como o Hamas, o Hezbollah e seus patrocinadores, especialmente o Irão, não está apenas defendendo a sua própria soberania, mas está na linha de frente de uma batalha mais ampla pela preservação dos valores democráticos e dos direitos humanos, em que o apoio, a essas organizações extremistas, seja de forma direta ou indireta, por meio de discursos ou manifestações em países democráticos, é uma ameaça não apenas a Israel, mas à estabilidade global.

A luta contra o terrorismo precisa ser conduzida de maneira firme, sem concessões, em que Instituições como as Nações Unidas e governos ao redor do mundo têm a responsabilidade de não ceder às pressões de ideologias radicais que procuram legitimar a violência contra civis inocentes, tornando-se essencial que se desmascarem os vínculos de Estados e movimentos políticos que, ao promover ou tolerar o terrorismo, colocam em risco a paz mundial.

Aqueles que apoiam organizações terroristas devem refletir sobre as consequências de suas acções e o impacto real dos seus discursos e o apoio a governos e movimentos extremistas resulta em mais violência, repressão e sofrimento para as próprias populações que eles afirmam defender, em que o compromisso com a democracia e a paz exige uma postura clara e intransigente contra o terrorismo em todas as suas formas.

Israel, segundo a minha visão, está na linha de frente da defesa, não apenas da sua soberania, conforme transcrito anteriormente, mas, também, de valores democráticos globais, onde o Hamas e Hezbollah, financiados e apoiados por países como o Irão, utilizam táticas brutais e desumanas, como o uso de civis palestinos como escudos humanos e a captura de reféns, perpetuando um ciclo de violência que compromete tanto a paz regional quanto a estabilidade internacional.

A minha crítica é dirigida à chamada “esquerda Woke” e às Nações Unidas, onde estes revelam um posicionamento claro sobre como certos segmentos da comunidade internacional são vistos como cúmplices, ainda que indiretamente, dessa violência, em que as instituições que, sob o pretexto de neutralidade, acabam tolerando a acção de grupos terroristas, enfraquecem os esforços pela paz e pela segurança, onde o argumento expresso sugere que, ao dar espaço a essas ideologias, corre-se o risco de legitimar práticas de violência e opressão.

Este meu artigo de opinião fundamenta-se na premissa de que a segurança de Israel é também uma questão de segurança mundial, onde a derrota dessas organizações terroristas não é apenas uma questão regional, mas um passo necessário para assegurar que ideologias extremistas não dominem o cenário internacional.

Assim, a defesa de Israel contra o Hamas, Hezbollah e seus patrocinadores, Irão, é, ao mesmo tempo, uma defesa da democracia, dos direitos humanos fundamentais e traz à tona discussões sobre terrorismo, alianças internacionais e as consequências de discursos polarizados, onde a influência de movimentos progressistas, frequentemente associados ao termo “woke”, tem distorcido o entendimento do conflito, gerando uma certa complacência ou até mesmo apoio indireto a essas organizações, que se beneficiam da fragmentação política global.

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