Doentes urgentes esperam nove horas no Fernando Fonseca e oito horas no Beatriz Ângelo

Os doentes urgentes (pulseira amarela) estão a esperar uma média de nove horas e 29 minutos para serem atendidos no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e oito horas e 19 minutos no Beatriz Ângelo (Loures), segundo dados oficiais.

©facebook.com/HospitalBeatrizAngelo

Dados disponibilizados no Portal do SNS indicam que, pouco depois das 12:30 aguardavam pelo atendimento na urgência central do Hospital Fernando Fonseca 41 doentes urgentes, com um tempo médio de espera de nove horas e 29 minutos.

Nesta unidade de saúde, os doentes muito urgentes (pulseira vermelha) esperavam uma média de 51 minutos, enquanto os menos urgentes (pulseira verde) aguardavam 15 horas e 52 minutos pelo atendimento.

Estes dados referem-se ao tempo médio de espera para atendimento nas últimas duas horas e o número de doentes apresentado inclui os que aguardam primeiro atendimento, após triagem, e resultados de exames.

No Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, 25 doentes com pulseira amarela (urgentes) esperavam um tempo médio de oito horas e 19 minutos na urgência central, enquanto a espera para os doentes muito urgentes (pulseira vermelha) era de cinco minutos.

Os 17 doentes menos urgentes (pulseira verde) tinham de esperar, em média, 11 horas e dez minutos.

No Hospital Santa Maria (Centro Hospitalar Lisboa Norte), oito doentes urgentes esperavam uma média de quatro horas e um minuto, os muito urgentes 32 minutos e os menos urgentes cerca de uma hora e 19 minutos.

A Direção Executiva do SNS apela à população para ligar sempre para a Linha SNS 24 [808 24 24 24] antes de se deslocar a um serviço de urgência.

Últimas do País

A Guarda Nacional Republicana deteve hoje de madrugada 151 condutores, a maioria por excesso de álcool, nos principais eixos de acesso às áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Algarve.
A PSP deteve hoje de madrugada 17 pessoas, 12 das quais por excesso de álcool ao volante, em duas operações realizadas em Lisboa e que duraram quatro horas.
Onze pessoas morreram nas estradas portuguesas e 255 foram detidas por excesso de álcool pela PSP e GNR em cinco dias no âmbito das operações que estão a realizar durante o período de ano novo.
Um menino de 9 anos morreu e um adolescente de 14 ficou ferido, na quarta-feira à tarde, na sequência de um alegado disparo acidental de caçadeira efetuado por um familiar num bairro de Setúbal, revelaram hoje fontes policiais.
A Força Aérea anunciou hoje ter apoiado diretamente 931 pessoas no ano passado, entre transportes médicos aéreos, resgates e missões de busca e salvamento, referindo que o valor representa um crescimento de 5% face a 2024.
O tempo de espera para doentes muito urgentes no serviço de urgência geral do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, era de 13 horas e 46 minutos pelas 09:30 de hoje, segundo dados do Portal do SNS.
O Hospital Amadora-Sintra alerta hoje para incorreções nos tempos médios de espera relativamente às urgências relatadas no portal do SNS, destacando que estes constrangimentos não estão a afetar a assistência e a segurança dos doentes.
A GNR esclareceu hoje que o aeroporto de Lisboa vai ser reforçado com 24 militares com formação de guarda de fronteira a partir da próxima terça-feira.
Dez Conselhos de Administração de Unidades Locais de Saúde (ULS) terminam hoje os mandatos, entre os quais a ULS de São José, em Lisboa, indicou à Lusa a direção executiva do SNS.
O orçamento da Lei de Programação Militar (LPL) foi reforçado em 221 milhões de euros em 2025, cinco vezes acima da dotação inicial, reflexo do investimento associado ao objetivo dos 2% do PIB em defesa, anunciou hoje o Exército.