Maioria dos portugueses concorda com o CHEGA e defende “mais operações policiais”

Uma sondagem realizada pela Pitagórica, divulgada pela TVI e CNN, revela que a maioria dos portugueses considera que a operação policial da PSP na Rua do Benformoso, no Martim Moniz, foi justificada e não deve ser encarada como um ato racista.

© D.R.

A sondagem em questão veio reforçar a posição do CHEGA, que realizou uma vigília no passado sábado, intitulada ‘Pela autoridade, contra a impunidade’, com o objetivo de apoiar as forças policiais, nomeadamente na continuação de operações semelhantes.

“Encostem-nos (os bandidos) à parede uma e outra vez até perceberem que neste país a lei é para cumprir”, afirmou o presidente do CHEGA durante o evento.

A intervenção, que teve lugar no dia 19 de dezembro, resultou na detenção de dois indivíduos. Contudo, a ação gerou polémica devido à divulgação de uma fotografia que mostrava dezenas de pessoas alinhadas de frente para a parede, enquanto os agentes conduziam a operação.

Segundo os dados da sondagem, 57% dos inquiridos afirmaram concordar ou concordar totalmente com a atuação das autoridades. Este apoio revela a confiança da maioria da população na necessidade de ações que reforcem a segurança pública. Por outro lado, apenas 27% manifestaram discordância, enquanto 14% se declararam neutros, não tomando posição sobre o assunto.

A sondagem também questionou os portugueses sobre a alegada conotação racista da operação policial. À pergunta “Esta ação policial foi um ato racista?”, 65% dos participantes discordaram ou discordaram totalmente, enquanto apenas 20% consideraram que houve racismo na conduta da PSP.

Estes números reforçam uma perceção generalizada de que a intervenção foi conduzida de forma legítima, sem qualquer motivação discriminatória.

Últimas do País

Ficha de avaliação identifica expressamente «PARTIDÁRIOS» como motivo para a não seleção de um candidato que, segundo a denúncia, é militante do CHEGA.
Três trabalhadores de assistência em terra do Aeroporto Humberto Delgado integravam alegadamente uma rede internacional de tráfico de droga que utilizava Lisboa como porta de entrada de cocaína na Europa. A Polícia Judiciária intercetou 117 quilos de droga provenientes do Brasil e deteve quatro suspeitos, todos colocados em prisão preventiva.
Um homem de 49 anos e uma mulher de 40 foram detidos pela Polícia Judiciária, suspeitos de manterem uma mulher em cativeiro durante mais de 20 horas, sujeitando-a a agressões, violência sexual e ameaças com uma arma de fogo. O casal acreditava que a vítima tinha denunciado uma situação que levou à institucionalização dos seus dois filhos, ambos menores de quatro anos.
Um jovem de 19 anos, sem carta de condução, perdeu o controlo do automóvel e embateu violentamente contra um poste de iluminação junto à Segurança Social de Santarém. O impacto arrancou o motor da viatura.
O Ministério Público investiga Liliana Fonseca por suspeitas de burla e falsificação de documentos. A mulher alegava ter contactos na Câmara de Lisboa capazes de garantir casas com rendas acessíveis, mediante pagamentos de milhares de euros. Algumas vítimas entregaram as poupanças de uma vida, mas continuam sem casa e sem conseguir recuperar o dinheiro.
A percentagem de alunos estrangeiros no Ensino Secundário em Portugal passou de 8% para 23,8% entre os anos letivos de 2021/2022 e 2023/2024. Os dados revelam também diferenças nas taxas de conclusão: 79% dos alunos portugueses terminam os cursos em três anos, contra 54% dos brasileiros e 44% dos cabo-verdianos.
Dois homens, residentes em Vila Nova de Gaia, foram detidos por furto, extorsão, falsificação de documentos e fraude fiscal durante uma investigação por tráfico e viciação de automóveis, indicou a Polícia Judiciária (PJ).
A PSP deteve na terça-feira dois homens, de 24 e 27 anos, na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, por tráfico de estupefacientes, apreendendo mais de 23 quilos de heroína e um quilo de cocaína, além de munições.
Um homem de 68 anos foi detido pela GNR por suspeita de incêndio florestal em Alter do Chão, no distrito de Portalegre, após ter utilizado o fogo para realizar uma queimada extensiva que se descontrolou.
Rui Armindo Freitas é acionista da Media Capital, dona da TVI e da CNN Portugal, e admite também ter ações na empresa proprietária do ECO. O governante integra o ministério responsável pela tutela da comunicação social.