Bombeiros voluntários vão passar a ter motociclos de emergência do INEM

As corporações de bombeiros voluntários vão passar a dispor de motociclos de emergência médica do INEM para uma deslocação mais rápida ao local do socorro, segundo um despacho hoje publicado em Diário da República.

©INEM

Além das corporações de bombeiros, os motociclos de socorro também vão passar a estar sediados na Cruz Vermelha Portuguesa como meio de emergência médica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), refere o despacho, assinado pela ministra da Saúde, Paula Martins.

De acordo com o documento, os motociclos de socorro terão como missão “a deslocação rápida ao local da ocorrência, com vista à avaliação e estabilização clínica inicial das vítimas de trauma ou de doença súbita e das grávidas e eventual preparação para o transporte, bem como o auxílio de outras equipas que se encontrem no local da ocorrência e à triagem primária em situações excecionais”.

O despacho indica que os motociclos de socorro instalados nos corpos de bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa serão tripulados por um elemento pertencente à entidade operadora, com formação específica em técnicas de emergência médica pré-hospitalar, definida e certificada pelo INEM, que lhe atribui as competências necessárias para a prestação de cuidados de emergência médica sob supervisão do médico regulador dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU)”.

De acordo com o Governo, os motociclos de emergência médica vão ficar instalados nas localidades “cuja demografia, acessibilidades e nível de ocorrências assim o justifiquem”.

Além das Postos de Emergência Médica (PEM) — corporações com uma ou mais ambulâncias do INEM -, as corporações dos bombeiros vão passar a dispor também de motociclos de socorro.

Também hoje foi publicado em Diário da República o despacho que determina os subsídios a atribuir pelo INEM às corporações de bombeiros com ambulâncias de emergência médica no âmbito do protocolo assinado em fevereiro entre este o instituto e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).

Segundo o despacho, que tem efeitos a 01 de janeiro, O subsídio que o INEM paga às corporações de bombeiros é aumentado em 2.000 euros por mês, passando de 6.690 euros para 8.760.

Últimas do País

GNR intercetou o grupo durante a madrugada, em Tavira, com cerca de 200 jerricans de combustível e um motor de lancha. Horas depois, os 13 arguidos, de nacionalidades espanhola, marroquina e romena, foram libertados e notificados para regressar ao tribunal a 18 de setembro.
Um homem de 22 anos foi detido pela PSP em Beja por suspeitas de tráfico de droga e posse ilegal de arma de fogo, revelou aquela força de segurança.
Ex-governante recebe 5524 euros de reforma e mais 3000 pelas funções de provedor do SUCH, entidade tutelada pelas Finanças e pela Saúde.
Dez pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas, 60 das quais com gravidade, entre 18 de agosto e segunda-feira, indicaram hoje as forças de segurança num balanço conjunto sobre a campanha “Taxa Zero ao Volante”.
Os sete homens detidos no sábado, no âmbito de uma operação que levou à apreensão de mais de cinco toneladas de haxixe junto ao rio Guadiana, no Algarve, ficaram em prisão preventiva, revelou esta segunda-feira fonte da GNR.
Dois homens detidos pela suspeita de atearem incêndios florestais em situações distintas no Peso da Régua e em Sabrosa vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou esta terça-feira fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.
Uma rede criminosa desmantelada pela Polícia Judiciária (PJ) é suspeita de lesar, através de esquemas de burlas por meios informáticos, mais de duas dezenas de vítimas da região do Minho, num valor global aproximado de 80 mil euros.
Doze pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, no atropelamento hoje de madrugada na Oura, Albufeira, numa zona de bares, tendo o condutor sido detido, disse à Lusa fonte da GNR.
Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.