PSP detém em Lisboa dupla de mulheres carteiristas pela terceira vez em 15 dias

Duas mulheres carteiristas foram detidas pela PSP na baixa de Lisboa, na freguesia de Santa Maria Maior, pela terceira vez em 15 dias por furto a um turista, mas saíram em liberdade, por decisão judicial.

© Facebook\ aspppsp

Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, as duas mulheres, de 22 e 24 anos, foram detidas na passada segunda-feira, pelas 19:00, por terem furtado da mochila de um turista inserido num grupo uma carteira com 685 euros em dinheiro e vários documentos.

O Cometlis acrescenta que os polícias, pertencentes à equipa especialmente criada pela PSP para combate ao fenómeno do furto por carteirista, intercetaram as duas suspeitas quando, “de forma astuciosa, coordenada e premeditada, se aproximaram de um grupo de turistas e astuciosamente abriram o fecho da mochila da vítima”, tendo retirado uma carteira com 685 euros em numerário e vários documentos.

Todos os pertences foram recuperados pelos elementos policiais e entregues à sua legítima proprietária, adianta a PSP.

A PSP refere que as detidas têm “já antecedentes pelo mesmo tipo de crime” e estão “sobejamente referenciadas por este tipo de ilícitos” pelos polícias da brigada de combate ao fenómeno do furto de carteirista.

As duas mulheres, cuja nacionalidade não é referida no comunicado, já tinham sido intercetadas e detidas, nomeadamente a 09 e 19 de março, sendo já a terceira situação neste mês.

Entretanto, uma fonte policial disse à agência Lusa que as duas detidas são de nacionalidade romena.

As mulheres foram presentes à Autoridade Judiciária para efeitos de primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicada pelo juiz a medida de coação mais ligeira, de Termo de Identidade e Residência.

Agentes policiais têm explicado que estes são grupos organizados que atuam em Portugal sobretudo nas grandes cidades e locais de veraneio ou romarias, de nacionalidades estrangeiras, nomeadamente romenos, que praticam muitas vezes furtos por um período e depois saem temporariamente para outros países.

Últimas do País

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu um entreposto ilegal e apreendeu 76 toneladas de géneros alimentícios, no distrito de Braga, indicou hoje esta autoridade.
O aviso amarelo, devido ao calor, que abrange hoje os distritos de Bragança, Vila Real, Viseu e Guarda será estendido na quarta-feira a mais cinco distritos, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A PSP acredita ter neutralizado uma célula que tentava introduzir droga em Lisboa, no âmbito de uma operação da Divisão de Investigação Criminal que resultou na detenção de dois homens e apreensão de 37 quilogramas de haxixe e várias armas.
Alunos com necessidades específicas estão sem resposta adequada no sistema educativo português por falta de vagas, segundo o Movimento Cidadão Diferente, que escreveu ao Ministério da Educação a pedir soluções para vários casos denunciados por famílias afetadas.
A Proteção Civil recomendou hoje que quem se desloque ao Parque Natural de Montesinho, em Bragança, para observar o eclipse solar de quarta-feira estacione o carro apenas em locais sinalizados e não fume, para prevenir incêndios.
A PSP intercetou um homem de 29 anos em Vila Franca de Xira, suspeito de vários crimes de dano e sobre o qual pendia um mandado de detenção, que não foi possível cumprir devido às férias judiciais.
Um estudo da Knight Frank revela que os preços das casas em Portugal cresceram 16,5% no primeiro trimestre, em termos homólogos, registando a 4.ª maior valorização nominal anual entre 55 mercados analisados.
Os Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande estão a funcionar, provisoriamente, desde sexta-feira, num edifício cedido pela autarquia na zona industrial do concelho, enquanto aguardam a reparação da cobertura do quartel danificado pela tempestade Kristin.
Um sismo de magnitude 3,5 na escala de Richter foi sentido esta madrugada nos concelhos de Ourique e Almodôvar (Beja), assim como em Santiago do Cacém (Setúbal), informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Cidadãos que perderam as suas poupanças devido à extinção do antigo banco BES reuniram-se hoje em protesto em Espinho, para exigirem do Estado a restituição de valores entre 10 milhões e centenas de milhões de euros.