“Esta ajuda vai trazer alívio imediato às pessoas afetadas”, disse, em comunicado, a comissária para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib.
Antes, a União Europeia informou que tinha mobilizado o programa de observação por satélite para ajudar a socorrer as vítimas do terramoto.
“Os satélites europeus Copernicus já estão a ajudar os primeiros socorristas. Estamos prontos para prestar mais apoio”, anunciou então a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na rede social X.
Também na sexta-feira, houve várias disponibilizações de ajuda, desde a Organização das Nações Unidas, cujo secretário-geral, António Guterres, afirmou que a organização se está a mobilizar para ajudar as vítimas do terramoto.
Guterres avançou ainda que “há outros países afetados”, mas que “o epicentro está em Myanmar, e Myanmar é o país mais fraco na situação atual”.
Da mesma forma, também a Organização Mundial de Saúde, os Médicos Sem Fronteiras e os EUA já manifestaram a vontade de ajudar.
Um sismo de magnitude 7,7 na escala de Richter provocou na sexta-feira vítimas mortais e o colapso de vários edifícios e monumentos em Myanmar, no Sudeste Asiático.
O sismo foi registado às 06:20 (hora de Lisboa). Ocorreu a uma profundidade de 10 quilómetros (km), com epicentro a cerca de 17 km de Mandalay, a segunda cidade da Birmânia, com 1,2 milhões de habitantes, e 270 km a norte da capital Naipidau.
Em Banguecoque, a milhares de quilómetros de distância, também há registo de mortos e vários feridos. O sismo também foi sentido com intensidade em várias cidades do sul da província chinesa de Yunnan, embora até agora os danos registados tenham sido pouco significativos.