CHEGA alcança os 24,1% e ultrapassa a AD em Setúbal

A sondagem mais recente da Aximage para o Folha Nacional revela que 24,1% dos eleitores inquiridos manifestam intenção de votar no CHEGA, enquanto a AD recolhe 21,1% das preferências, ficando assim em terceiro lugar.

© Folha Nacional

O CHEGA ascende ao segundo lugar nas intenções de voto no distrito de Setúbal, ultrapassando a Aliança Democrática (AD), de acordo com a sondagem mais recente da Aximage para o Folha Nacional.

A sondagem revela que 24,1% dos eleitores inquiridos manifestam intenção de votar no CHEGA, enquanto a AD recolhe 21,1% das preferências, ficando assim em terceiro lugar. A encabeçar a lista está o Partido Socialista (PS), com 32,8%.

A sondagem aponta ainda para um empate técnico entre a Iniciativa Liberal (IL) e a CDU, ambos com 5,3%, enquanto o Livre surge com 4,4% das intenções de voto. O Bloco de Esquerda regista 2,6% e o PAN 2,1%, encerrando a lista. Restam 2,4% dos inquiridos que indicaram preferências por outros partidos e que não partilharam em quem votariam (OBN).

FICHA TÉCNICA
Sondagem de opinião realizada pela Aximage – Comunicação e Imagem Lda. para o partido CHEGA, sobre a intenção de voto nas eleições legislativas antecipadas e temas da atualidade política no distrito de Setúbal. Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes no distrito de Setúbal. Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo(2), idade (4) e concelho (16), a partir do universo conhecido. A amostra é constituída por 446 entrevistas efetivas: 217 homens e 229 mulheres; 92 entre os 18 e os 34 anos, 127 entre os 35 e os 49 anos, 127 entre os 50 e os 64 anos e 100 para os 65 e mais anos.
Técnica: Aplicação online – CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) – de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; entrevistas telefónicas – metodologia CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing) do mesmo questionário devidamente adaptado ao suporte utilizado. O trabalho de
campo decorreu entre 17 e 27 de março de 2025. Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou – 4,6%.
Responsabilidade do estudo: Aximage – Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.

Últimas de Política Nacional

O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.
O CHEGA entregou um projeto de resolução no parlamento em que recomenda ao Governo a adoção de "medidas urgentes" para assegurar o "regular funcionamento" dos tribunais e serviços do Ministério Público (MP) na Comarca de Portalegre.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que propõe a criação da carreira especial de medicina dentária e a sua integração plena no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para reforçar o acesso da população portuguesa a cuidados de saúde oral.