PSP inicia hoje operação Páscoa em segurança

A Polícia de Segurança Pública (PSP) inicia hoje a operação “Polícia Sempre Presente: Páscoa em Segurança 2025”, reforçando a visibilidade na via pública e a segurança rodoviária, informou hoje aquela força de segurança.

© Facebook/PSP

No ano passado, no decorrer da operação, a PSP registou, na sua área de responsabilidade, 1.352 acidentes, dos quais resultaram um morto, 377 feridos ligeiros e 15 feridos graves.

A operação que vai decorrer até dia 21 de abril em todo o território nacional visa a “visibilidade e proatividade policial, a segurança rodoviária, a proximidade, a segurança na posse e utilização de artigos de pirotecnia e segurança aeroportuária e controlo de fronteiras aéreas”, indica a PSP em comunicado.

No âmbito da operação, a PSP vai apostar nas zonas de maior afluência de pessoas, com especial destaque nos grandes centros urbanos, nomeadamente zonas comerciais, turísticas e em interfaces de transportes públicos.

Vai igualmente dar especial atenção à segurança e vigilância junto de centros de diversão noturna dada a possibilidade de aumento de movimentações de jovens estudantes devido às interrupções de atividade letiva.

Na nota, a PSP alerta também para os cuidados a ter na prevenção dos furtos em residência.

“Durante os períodos de ausência da residência (mesmo que por curtos períodos de tempo), as famílias devem garantir que portas e janelas ficam bem trancadas, não devendo publicitar estas ausências antes ou durante as mesmas, nomeadamente através das redes sociais”, refere a PSP.

A PSP vai também realizar o controlo e segurança das fronteiras aéreas, na segurança aeroportuária, bem como na fiscalização rodoviária junto dos acessos aos principais eixos rodoviários interurbanos e junto dos interfaces de transportes públicos.

A operação Páscoa conta ainda com uma campanha de informação/sensibilização nas redes sociais (Facebook, Instagram e X), com conselhos de segurança, com especial destaque para a prevenção da sinistralidade rodoviária, dos furtos por carteirista e em residências.

Últimas do País

Um problema processual atribuído ao Ministério Público comprometeu a situação judicial das alegadas responsáveis por uma rede de casamentos fraudulentos. O caso envolve 158 arguidos e suspeitas de crimes que incluem auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e branqueamento de capitais.
A Fidelidade reconhece que o Elevador da Glória não podia ser considerado um transporte altamente fiável quando ocorreu a tragédia que provocou 16 mortos.
O Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos (SITEU) apontou para uma adesão de 100% à greve marcada para hoje na Unidade Local de Saúde (ULS) Santo António, Porto, garantindo que os enfermeiros não vão desistir dos seus direitos.
Uma investigação do Ministério Público aponta para um alegado desvio de cerca de dez milhões de euros em subsídios europeus. O dinheiro terá sido utilizado na compra de automóveis de luxo na Alemanha, posteriormente revendidos em Portugal. Entre os veículos apreendidos encontram-se Ferrari, Porsche e Mercedes.
Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público.
Um homem, de 44 anos, ficou em prisão preventiva, na ilha de São Miguel, Açores, por ser suspeito de 29 crimes, entre os quais de condução ilegal, coação sobre funcionário e ofensas à integridade física, anunciou hoje a PSP.
O novo sistema informático de colocação de médicos no internato da especialidade começou a funcionar, mas as primeiras 161 colocações ficaram marcadas por falhas. O processo teve de ser repetido, aumentando a desconfiança entre os candidatos.
Um jovem foi atingido por dois tiros durante um ataque protagonizado por quatro homens encapuzados, a poucos metros da Câmara Municipal da Amadora. Os suspeitos fugiram e a Polícia Judiciária está a investigar o caso.
O Governo investiu milhões de euros na expansão da rede de creches, mas a oferta continua a não chegar para todas as crianças. Nem os fundos do PRR nem o programa Creche Feliz conseguiram eliminar a falta de vagas.
Milhões de euros em refeições escolares continuam por pagar, deixando as autarquias com encargos acumulados. Os pagamentos em atraso dizem respeito às refeições fornecidas aos alunos nas escolas.