Ventura lamenta “ataque violento e cobarde” a agente da PSP na AIMA

O Presidente do CHEGA, André Ventura, lamentou hoje o ataque contra um agente da PSP num centro de apoio da AIMA, em Lisboa, que classificou como "violento e cobarde", e pediu "respeito pela autoridade".

© Folha Nacional

“Lamento mais este ataque violento e cobarde contra um agente policial na AIMA. Toda a minha solidariedade para com este homem e todas as forças de segurança”, escreveu o líder do CHEGA na sua conta oficial na rede social X.

Na mesma publicação, André Ventura considerou também que “o país precisa de ordem e respeito pela autoridade”.

Noutra publicação, cerca de uma hora antes, o Presidente do CHEGA questiona se são “estes os ‘imigrantes trabalhadores’ que a esquerda quer trazer para cá, mesmo depois de agredirem polícias”.

“Fora daqui, já!”, acrescenta, completando com o slogan da campanha do CHEGA, “Salvar Portugal”.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Polícia de Segurança Pública disse que um agente que se encontrava de serviço nas instalações da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) foi alvo de tentativa de agressão com um x-ato por um cidadão de nacionalidade estrangeira.

A PSP indica que o polícia não sofreu quaisquer ferimentos e são desconhecidos os motivos da tentativa de agressão que aconteceu ao início da tarde de hoje.

A polícia refere ainda que o suspeito foi desarmado e detido.

Também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, condenou o ataque de que foi hoje alvo um agente da PSP no Martim Moniz, em Lisboa, considerando que a autoridade e segurança dos polícias não pode ser posta em causa.

Últimas de Política Nacional

Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.
André Ventura é apontado como principal líder da oposição pelos inquiridos, reunindo mais de metade das preferências e destacando-se claramente dos restantes líderes partidários
O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.
O CHEGA acusou hoje o Governo de atirar "dinheiro fora" na saúde e deixar cair novas unidades. André Ventura referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
O líder do CHEGA acusou o Governo de ignorar o impacto real do aumento do custo de vida, questionando a ausência de medidas concretas para aliviar os preços dos combustíveis, da alimentação e a carga fiscal sobre as famílias.
Um mês depois de uma polémica envolvendo alegado favorecimento, o Secretário de Estado da Gestão da Saúde foi exonerado a seu pedido, sendo substituído de imediato por um gestor com longa carreira financeira.