A comunicação social em Portugal não está de joelhos por acaso, está porque tem de estar. Os 55 milhões de euros anunciados pelo Governo, em Outubro de 2024, e despejados nos principais órgãos de comunicação social foram tudo menos inocentes. Disseram que era para contribuir para “o pluralismo e a independência da comunicação social.” O resultado está à vista. Convém lembrar que, após Covid, Costa fez o mesmo. Lembremos, por isso, o velho ditado transacional, não há almoços grátis. Depois de comer, convém olhar para a factura.
Hoje, ligar a RTP, SIC, SIC Notícias ou a CNN Portugal é assistir a interrogatórios disfarçados de entrevistas. Quem se desvia da cartilha ideológica é interrompido e atacado. O alvo é sempre o mesmo, o CHEGA! e, agora, todos os que ousam pensar de maneira diferente.
O espectáculo humilhante por que passou o pivot da CNN Portugal com os majores-generais foi revelador. Concorde-se ou não com as suas opiniões, têm o direito de falar. É para isso que são convidados. Depois, o telespectador decide, ou continua ou muda de canal. Basta não seguirem o guião para serem imediatamente atropelados nos seus argumentos transformando a entrevista num debate, do qual fogem.
Quando aparece alguém com factos a desmontar a narrativa, instala-se o pânico nos estúdios. É quase cómico ver o descontrolo dos pivots de televisão quando um deputado do CHEGA! argumenta com firmeza.
As pessoas, porém, não andam a dormir, percebem o jogo, a manipulação e o enviesamento. Disseram que o CHEGA! ia ter 10% dos votos, vieram 60 deputados. Deram Kamala Harris como vencedora com os votos a serem contados. Vê-se.
O confronto entre André Ventura e os jornalistas da RTP e da SIC foi mais do que um momento televisivo. Foi o desmascarar, mais uma vez, de uma imprensa rendida. Com firmeza e sem se vergar, Ventura disse-lhes, olhos nos olhos, o que muitos pensam. O povo está farto desta farsa mediática.
A maré está a mudar e eles sabem disso. Por isso reagem estapafurdiamente.