Ser jovem em Portugal hoje é um desafio enorme. Vivemos num país onde as elites políticas mudam de opinião como quem troca de roupa, e onde a nossa geração é constantemente ignorada e desvalorizada. É neste contexto que percebi que a única forma de defender Portugal é assumir uma posição firme, patriótica e conservadora: a linha do CHEGA.
Cresci a acreditar que a liberdade individual, a responsabilidade pessoal e o amor à pátria não são ideias do passado: são princípios essenciais para quem quer construir um futuro digno. Já vi demasiadas vezes decisões políticas que ignoram a realidade de quem trabalha, estuda e quer viver neste país. Percebi que é necessário defender uma visão clara, sem hesitações, que dê voz a quem é esquecido e que lute pelo que é certo.
Sempre senti que Portugal tem uma identidade própria, construída com esforço e sacrifício ao longo de séculos. Para mim, ser conservador não significa viver preso ao passado, mas sim usar essas raízes como ponto de partida para construir um futuro seguro e justo. É querer progresso, sim, mas um progresso que respeita quem somos, a nossa cultura, a nossa história e o nosso sentido de comunidade.
Acredito num Estado forte, que funcione de verdade, combata a corrupção e proteja quem cumpre a lei. Um Estado presente, mas que não se desculpa nem se esconde. Para mim, rigor, ordem e justiça são valores essenciais que o país precisa, e que me fizeram perceber onde me situo politicamente.
Assumir estas ideias enquanto jovem não é fácil. Já senti hostilidade, zombaria e rótulos fáceis apenas por expressar o que penso. Nas escolas, nas redes sociais ou em conversas informais, muitas vezes ser conservador significa ser atacado sem argumentos. Mas é justamente esta pressão que reforça a importância de manter a coerência e de falar a verdade, mesmo quando isso desagrada às elites e aos grupos de pressão.
Ser jovem e apoiar o Chega não é uma contradição: é ter coragem para enfrentar o sistema, lutar por Portugal e defender os valores que realmente importam. É acreditar que a juventude pode ser ativa, responsável e determinada, mas também firme na defesa da lei, da ordem e da identidade nacional.
No meu caso, foi esta procura por coerência, sentido e dever para com o país que me trouxe até aqui. Ser jovem, conservador e de direita no CHEGA é assumir responsabilidade, lutar por Portugal e não ter medo de defender aquilo que é certo, mesmo quando a maioria prefere ignorar os problemas reais.