De acordo com as estatísticas rápidas do transporte aéreo do Instituto Nacional de Estatística (INE), pelos aeroportos nacionais passaram cerca de cinco milhões de passageiros no mês de novembro, o que representa um crescimento de 5,0% em relação ao que se verificou em novembro de 2024.
Nesse mês desembarcaram em média 79,1 mil passageiros por dia, acima dos 75,8 mil registados em novembro de 2024, o que representa um crescimento de 4,4%, refere o INE na nota estatística.
No acumulado dos 11 primeiros meses do ano, o ritmo de crescimento do tráfego é semelhante, com o aeroporto de Lisboa a concentrar quase metade do total de passageiros.
Pelo Aeroporto Humberto Delgado passaram 33,5 milhões de pessoas, 48,6% dos passageiros, o que representa um crescimento homólogo de 2,9%.
Já o aeroporto do Porto concentrou 22,8% dos passageiros movimentados, atingindo 15,7 milhões (+6,1%), enquanto pelo Aeroporto de Faro passaram 14,6% dos passageiros, 10,0 milhões de pessoas, refere o INE.
“O Reino Unido manteve-se como o principal país de origem e de destino dos voos entre janeiro e novembro, apresentando aumentos tanto nos passageiros desembarcados (+2,3%), como nos embarcados (+2,2%), face ao mesmo período de 2024”, indica o instituto estatístico.
“Em sentido contrário, França registou decréscimos de 2,1% nos passageiros desembarcados e de 1,6% nos passageiros embarcados, ocupando, ainda assim, a 2.ª posição entre os principais países de origem e de destino. Espanha, Alemanha e Itália completaram a lista dos principais países de origem e de destino, situando-se na 3.ª, 4.ª e 5.ª posições, respetivamente”, indica ainda o INE.
Relativamente à movimentação de carga e correio nos aeroportos nacionais, o acréscimo de 0,3% registado de janeiro a novembro representa um abrandamento em relação ao que se verificou em 2024, ano em que nos 11 primeiros meses do ano a subida foi de 14,7%.
O movimento de mercadorias no aeroporto de Lisboa representou 77,6% do total, atingindo 181,2 mil toneladas (+0,3% face ao mesmo período de 2024), indica ainda o INE.