CHEGA quer facilitar o uso da arma pela polícia, mas é impedido pelo PSD, IL e PS

O CHEGA propôs a revisão do regime jurídico do uso de armas de fogo, defendendo o alargamento das situações em que os agentes podem disparar, nomeadamente para travar suspeitos de crimes graves, armados ou a atuar em grupo. A iniciativa foi, contudo, chumbada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.

© Folha Nacional

O CHEGA apresentou uma proposta para alterar o regime jurídico atualmente em vigor, defendendo um alargamento das situações em que os agentes podem recorrer à arma em serviço, designadamente para capturar ou impedir a fuga de suspeitos de crimes puníveis com pena de prisão superior a três anos, bem como nos casos em que estes utilizem armas de fogo, armas brancas, engenhos explosivos ou atuem em grupo. No entanto, a iniciativa acabou por ser inviabilizada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.

Segundo o partido liderado por André Ventura, a alteração visava reforçar a proteção jurídica dos agentes e dar maior margem de atuação à polícia num contexto que o partido considera de crescente violência urbana.

O presidente do CHEGA argumentou no plenário que “os polícias não podem ser tratados como primeiros culpados sempre que usam a arma”.

Para o CHEGA, o regime atual é excessivamente restritivo e tem contribuído para um clima de insegurança entre os agentes, defendendo que a revisão legislativa é necessária para reforçar a autoridade das forças de segurança e garantir maior proteção a agentes e cidadãos.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA propôs a revisão do regime jurídico do uso de armas de fogo, defendendo o alargamento das situações em que os agentes podem disparar, nomeadamente para travar suspeitos de crimes graves, armados ou a atuar em grupo. A iniciativa foi, contudo, chumbada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.
O presidente do CHEGA sustenta que a polícia tem de poder agir sem receio quando está em causa a segurança dos cidadãos, e acusa o sistema de desproteger quem protege.
O uso de armas de fogo pelas forças de segurança poderá passar a ser permitido em mais situações do que as atualmente previstas na lei. É essa a proposta apresentada pelo CHEGA, que pretende rever profundamente o regime jurídico em vigor desde 1999.
O líder do CHEGA apontou falhas graves na resposta às tempestades e responsabilizou o Executivo por atrasos, descoordenação e decisões que deixaram populações entregues a si próprias.
Um dos maiores escândalos sexuais e de poder da última década volta a ecoar em Portugal. O CHEGA quer saber se o tentáculo da rede de Jeffrey Epstein alguma vez tocou o país e exige que todas as eventuais ligações portuguesas sejam investigadas até às últimas consequências.
O primeiro-ministro regressa esta quinta-feira ao parlamento para um debate quinzenal que deverá centrar-se na resposta do Governo às consequências do mau tempo e que foi adiado por duas vezes na semana passada.
Entre devoluções e penalizações que rondam os 85 mil euros, o vereador do PSD permanece no executivo da Maia. O presidente da Câmara reafirma a confiança política.
A vítima não deve ser obrigada a sair de casa para se proteger do agressor. É este o princípio que sustenta o novo projeto de lei apresentado pelo CHEGA, que pretende permitir o afastamento imediato dos suspeitos de violência doméstica, mesmo antes de decisão judicial definitiva.
Subsídio de reintegração pago por Bruxelas eleva rendimentos de governantes portugueses para patamares próximos dos 11 mil euros mensais. Benefício não é automático, tem de ser pedido.
Para o presidente do CHEGA, a decisão de não prolongar o estado de calamidade ignora a realidade no terreno e deixa famílias e empresas à mercê do prejuízo.