Governo britânico estima que a Rússia perdeu capacidade ofensiva

© Facebook/benwallaceofficial

O Ministério da Defesa britânico estima que as forças russas na Ucrânia, mesmo conservando o número de efetivos e a estrutura, diminuíram em capacidade e eficácia desde o início da guerra, em fevereiro de 2022.

O que era antes um contingente militar organizado transformou-se, em grande parte, em grupos de reservistas incapazes de desenvolverem operações complexas, segundo a mesma fonte.

Na mais recente avaliação divulgada hoje, o Ministério da Defesa britânico considera que, apesar de o chamado Agrupamento de Forças Combinadas da Rússia – o conjunto de forças russas ou CGF – manter aproximadamente a mesma quantidade de pessoal no campo de batalha do que há um ano, 200.000 efetivos repartidos por 70 regimentos, já não é composto por soldados profissionais ou “veículos razoavelmente modernos”.

“Agora a força está composta na sua maioria por reservistas mobilizados mal treinados e cada vez mais dependentes de equipamentos antiquados”, refere-se na avaliação.

A Rússia só é capaz agora de efetuar “operações muito simples, com base na infantaria”, em comparação com as “operações conjuntas complexas” regulares realizadas pelos militares no início da guerra.

“E mais importante, é pouco provável que tenha conseguido gerar uma reserva móvel, capaz de responder aos desafios operativos emergentes”, concluiu o ministério britânico.

Últimas de Política Internacional

Num comunicado divulgado no final dessa reunião, o Conselho da UE refere que os ministros trocaram "pontos de vista sobre a importância de proteger as fronteiras externas" do bloco europeu.
O CHEGA apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo português que se oponha à adoção do 'European Democracy Shield', iniciativa promovida pela Comissão Europeia.
Os eurodeputados do PS e do PSD votaram esta quinta-feira contra a rejeição do polémico 'Chat Control', permitindo que a proposta europeia continue o seu percurso legislativo. Em sentido contrário, os eurodeputados do CHEGA, integrados no grupo Patriots for Europe, votaram pela rejeição do diploma, defendendo que a medida representa uma ameaça à privacidade dos cidadãos.
O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou hoje que o Irão vai transformar o Médio Oriente "num inferno” para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.
O partido liderado por André Ventura quer garantir igualdade no acesso ao voto, enquanto PS e PSD mantêm silêncio sobre uma reivindicação antiga da diáspora.
O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou hoje que o ataque de Israel e Estados Unidos contra o Irão "inquieta e gera incerteza", mas admitiu que, "começada a guerra, é fundamental alcançar os objetivos".
Uma proposta apresentada por Angie Roselló, porta-voz do partido espanhol de extrema esquerda Unidas Podemos, na autarquia de San Antoni, em Ibiza, está a gerar forte controvérsia.
O candidato presidencial e líder do CHEGA hoje “o derrube do regime de Nicolás Maduro“, após uma intervenção militar dos Estados Unidos da América na Venezuela, é “um sinal de esperança” para o povo daquele país e as comunidades portuguesas.
O Tribunal Constitucional indicou esta terça-feira que não admitiu as candidaturas às eleições presidenciais de Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso.
A Comissão Europeia anunciou hoje uma investigação formal para avaliar se a nova política da `gigante` tecnológica Meta, de acesso restrito de fornecedores de inteligência artificial à plataforma de conversação WhatsApp, viola regras de concorrência da União Europeia.