Medina ouvido na comissão de inquérito à TAP a 16 de junho

© Folha Nacional

As audições na comissão parlamentar de inquérito à TAP terminam no dia 16 de junho com o ministro das Finanças, Fernando Medina, estando prevista para a véspera a inquirição do ex-ministro Pedro Nuno Santos.

No final da reunião da mesa e coordenadores da comissão de inquérito, o presidente da comissão, António Lacerda Sales, anunciou aos jornalistas o calendário consensualizado de todas as audições em falta, tendo ficado acordado que 11 personalidades responderão por escrito.

Segundo as datas previstas, o último a ser ouvido será Fernando Medina, em 16 de junho, no dia seguinte à Pedro Nuno Santos, ex-ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem audição marcada a 15 de junho.

O ex-secretário de Estado das Infraestruturas Hugo Mendes será ouvido no dia 14 de junho.

Os grupos parlamentares consensualizaram ainda que o prazo previsto para discussão e votação do relatório final da comissão será em 13 de julho, calendário que obrigará a uma prorrogação do prazo dos trabalhos.

 

 

Últimas de Política Nacional

O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.
O CHEGA entregou um projeto de resolução no parlamento em que recomenda ao Governo a adoção de "medidas urgentes" para assegurar o "regular funcionamento" dos tribunais e serviços do Ministério Público (MP) na Comarca de Portalegre.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que propõe a criação da carreira especial de medicina dentária e a sua integração plena no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para reforçar o acesso da população portuguesa a cuidados de saúde oral.