Marcelo pede que cidadãos mantenham “comportamentos preventivos”

© Presidência da República

O Presidente da República assinalou hoje o Dia Nacional do Bombeiro pedindo que os cidadãos mantenham “comportamentos preventivos” na época de incêndios e transmitindo uma “palavra de encorajamento e confiança” aos profissionais do setor, merecedores de “respeito e admiração”.

Numa mensagem publicada na página oficial da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa salienta que, “por todo o país” se multiplicam as homenagens alusivas ao Dia Nacional do Bombeiro.

“O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa associa-se a cada uma dessas comemorações e renova o seu apoio a um setor que tanto contribui para a segurança e bem-estar dos portugueses”, lê-se na nota.

O chefe de Estado refere que os “corpos de bombeiros profissionais, mistos ou voluntários”, com um “alargado espetro de missões”, continuam a ser “merecedores do respeito e admiração do Presidente da República e do povo português”.

Marcelo Rebelo de Sousa salienta que essas missões “não se esgotam no combate aos incêndios”, sendo também “basilares no que respeita ao setor da saúde”.

“Ainda assim e tendo em consideração a proximidade da época em que se intensificam as ocorrências de incêndios florestais, o chefe de Estado aproveita a ocasião para transmitir uma palavra de encorajamento e confiança às bombeiras e bombeiros”, lê-se.

O Presidente da República apela ainda a “todos os cidadãos que, num esforço coletivo e solidário, continuem a adotar comportamentos preventivos, a fim de reduzir o número de ignições em espaço rural”.

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A moção de censura caiu, mas o CHEGA não ficou sentado. Consumada a votação, toda a bancada se levantou e fez ecoar “demissão” pelo plenário, fechando um debate em que André Ventura responsabilizou Montenegro não apenas pela permanência de Luís Neves, mas também pelo rumo do Governo.
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O líder parlamentar do CHEGA, Pedro Pinto, acusou o ministro de trocar os esclarecimentos prometidos por “propaganda barata” e perguntou-lhe diretamente quando abandona o cargo. Neves fechou a porta à demissão e colocou a bola no campo de Montenegro.
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