Bolsa de Lisboa encerra a perder 0,51% em linha com resto da Europa

© D.R.

A bolsa de Lisboa encerrou hoje em queda, com o índice PSI a recuar 0,51% para 6.045,10 pontos, em linha com o resto da Europa.

Das 16 cotadas que integram o PSI, 13 desceram e três subiram.

A liderar as descidas ficou a Greenvolt, que caiu 2,06% para 6,67 euros.

Entre as maiores quebras ficaram também a Ibersol, que baixou 1,47% para 6,70 euros, a Navigator, que também perdeu 1,47% para 3,22 euros, a Jerónimo Martins, que se desvalorizou 1,33% para 25,24 euros e a Altri, que baixou 1,17% para 4,23 euros.

Com descidas inferiores a 1% figuram a Sonae SGPS (0,92 euros), a EDP Renováveis (19,17 euros), a REN (2,52 euros), a Semapa (13,50 euros), a Mota-Engil (2,04 euros), a EDP (4,63 euros), a NOS (3,43 euros) e a Corticeira Amorim (10 euros).

No sentido oposto, a liderar as subidas aparecem os CTT, que somaram 1,33% para 3,44 euros, seguidos pelo BCP, que avançou 1,04% para 0,22 euros.

Com um ganho abaixo de 1% surge a Galp (10,83 euros).

No resto da Europa, Paris retrocedeu 1,01%, Frankfurt 0,96%, Londres 0,71% e Madrid 0,66%

Últimas de Economia

A Comissão Europeia sublinhou hoje que o sistema para o rastreio do azeite é eficaz e irá trabalhar com os Estados-membros para melhorar os controlos que estes realizam, respondendo a um relatório do auditor europeu sobre o setor.
O Banco de Portugal (BdP) encomendou uma auditoria externa aos procedimentos internos de aquisição de bens e serviços, "com especial enfoque na contratação pública na área de Sistemas de informação e de Tecnologias de Informação", anunciou a instituição.
O índice de produção na construção abrandou para 3,0% em novembro, em termos homólogos, menos 0,1 pontos percentuais que em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos portugueses movimentaram 68,9 milhões de passageiros de janeiro a novembro, mais 4,7% do que no mesmo período de 2024, enquanto o tráfego de mercadorias registou uma subida mais moderada, de 0,3%, indicou hoje o INE.
A inflação até baixou em 2025, mas a carteira dos portugueses não sentiu alívio. Carne, rendas, seguros e refeições fora de casa subiram bem acima da média, mantendo o custo de vida sob forte pressão.
A inflação homóloga nos países da OCDE, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), baixou para 3,9% em novembro de 2025, com o retorno dos preços na alimentação.
Os preços globais dos alimentos registaram uma subida média de 4,3% em 2025, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O número de despedimentos coletivos comunicados aumentou cerca de 16% até novembro de 2025, face ao período homólogo, totalizando 515, o que supera o total de todo o ano de 2024, segundo dados divulgados hoje pela DGERT.
O consumo diário de energia elétrica em Portugal voltou a bater recordes esta semana, atingindo na quinta-feira um novo máximo histórico de 192,3 Gigawatt-hora (GWh), segundo dados da REN divulgados hoje.
As exportações de bens caíram 1,7% e as importações recuaram 7,9% em novembro de 2025, em termos homólogos, acumulando um crescimento de 0,6% e 4,3% desde o início do ano, divulgou hoje o INE.