Qatar Airways regista lucro líquido de 1.110 milhões de euros em 2022/23

©facebook/qatarairways

O grupo Qatar Airways registou um lucro líquido de 4.400 milhões de QAR (1.210 milhões de dólares, 1.110 milhões de euros) no ano fiscal de 2022/23, foi hoje anunciado.

Num comunicado hoje divulgado, o grupo precisa que a receita global aumentou para 76.300 milhões de QAR (21.000 milhões de dólares, 19.290 milhões de euros), mais 45% que no ano anterior.

A receita de passageiros aumentou 100% em relação ao ano passado, com um aumento de capacidade de 31%, impulsionado por rendimentos 9% mais altos e um fator de carga de 80% – ambos os mais altos da história da companhia aérea, resultando num aumento sustentável na quota de mercado.

A Qatar Airways transportou 31,7 milhões de passageiros, um aumento de 71% em relação ao ano passado e o enfoque contínuo na experiência do cliente, na fidelidade, na digitalização e na sustentabilidade colocou a Qatar Airways numa plataforma sólida para o futuro, adianta o comunicado.

“A Qatar Airways Cargo manteve a posição como a principal transportadora de carga aérea do mundo durante o ano fiscal de 2022/23, avançando com um foco estratégico no crescimento, sustentabilidade e digitalização, e apoiando a continuidade do comércio global, apesar dos desafios atuais do mercado”, afirma o comunicado.

“Tenho o prazer de anunciar que o grupo Qatar Airways demonstrou outro desempenho anual notável. O setor dos transportes do Qatar é um emblema da sua interconectividade, ligando pessoas de todo o mundo e aumentando as ligações comerciais em toda a região”, afirmou o ministro de Estado da Energia e presidente do grupo Qatar Airways, Saad Bin Sharida Al-Kaabi.

Por outro lado, o CEO do Grupo Qatar Airways, Akbar Al Baker, explicou que “os bons resultados financeiros deste ano são atribuídos à forte recuperação da procura por parte dos passageiros e à capacidade da equipa para responder a essa procura, apoiada pelo crescimento contínuo da rede, pela liderança do mercado e pela eficiência operacional proporcionada pela equipa de vanguarda”.

“A rentabilidade foi impulsionada por um aumento de 100% nas receitas de passageiros no último ano. Os fatores de carga excedem os 80% e os atuais níveis de rendimento são os mais elevados da nossa história”, adiantou.

Últimas de Economia

A produção na construção recuou 2,0% na zona euro e 1,8% na União Europeia (UE) em julho, face ao mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses para um novo máximo desde outubro de 2024.
Contas provisórias apontam para um agravamento de 10 cêntimos no gasóleo e oito na gasolina já a partir de segunda-feira. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis fecha os valores esta sexta-feira.
O Partido Socialista (PS) defende que é preciso aliviar a carga fiscal sobre os combustíveis, mas vai votar contra o projeto de lei do CHEGA que propõe reduzir temporariamente o IVA nos combustíveis de 23% para 13%. A decisão foi confirmada por José Luís Carneiro.
Com o prazo a apertar, várias entidades públicas aceleraram a contratação financiada pelo PRR. Na Universidade Nova de Lisboa, dez contratos foram assinados no último dia de junho e uma empreitada de quase 749 mil euros ficou a pouco mais de mil euros do valor que obrigaria a fiscalização prévia do Tribunal de Contas.
Abastecer deverá voltar a pesar mais na carteira já no início da próxima semana. As previsões apontam para aumentos expressivos no gasóleo e na gasolina, numa altura em que o Brent continua acima dos 100 dólares.
A taxa de inflação homóloga da zona euro fixou-se nos 3,2% em agosto, face aos 2% registados no mesmo mês de 2025, enquanto na União Europeia (UE) passou de 2,4% para 3,2%, ficando Portugal acima da média.
A Euribor desceu, esta quarta-feira, a três meses e subiu a seis e a 12 meses para novos máximos desde outubro e julho de 2024, após o Banco Central Europeu ter subido as taxas diretoras na quinta-feira.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste subiu pela terceira semana consecutiva, fixando-se nos 255,97 euros, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
Os títulos de dívida emitidos por entidades residentes até agosto subiram 2,8% em termos homólogos, para 328.986 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).