Tufão Khanun leva a apelo à retirada de centenas de milhares no Japão

© D.R.

As autoridades da região de Okinawa, no sul do Japão, apelaram hoje a centenas de milhares de pessoas que abandonem as suas casas e procurem abrigo face à aproximação do tufão Khanun.

Várias cidades em Okinawa emitiram ordens de retirada não obrigatórias esta manhã, já que o tufão, que varreu o Oceano Pacífico com ventos de até 162 km/h, deve atingir a região esta noite.

A partir das 10h00 (01h00 em Lisboa), o tufão, descrito como “enorme” e “poderoso”, estava a 240 quilómetros a sudeste de Naha, capital de Okinawa, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão.

As autoridades locais pediram aos moradores em casas mais vulneráveis que procurem refúgio em locais mais seguros, antecipando ventos fortes e chuvas intensas.

“Muitas pessoas ficam em casa porque a sua casa é feita de cimento”, disse à agência de notícias France-Presse (AFP) um funcionário da gestão de desastres do departamento de Okinawa.

“Mas estamos a pedir às pessoas que moram sozinhas ou em casas de madeira em áreas baixas que considerem abrigar-se antes que o tufão piore”, acrescentou.

Os serviços locais de autocarro e de transporte marítimo foram suspensos antes da chegada do tufão e mais de 500 voos de ou para Okinawa foram hoje cancelados, informou a televisão estatal NHK.

As companhias aéreas Japan Airlines e a All Nippon Airways disseram que mais de 74 mil passageiros no total devem ser afetados por cancelamentos de voos hoje e quarta-feira.

Últimas do Mundo

O sarampo provocou 17 mortes num total de 1.500 casos registados nos últimos 12 meses, no município angolano do Songo, província do Uíje, divulgaram as autoridades sanitárias locais.
Catorze mineiros ilegais morreram numa mina abandonada na África do Sul, revelou hoje a polícia, que admite que tenha havido um desmoronamento.
Pelo menos 2.000 pessoas morreram devido ao surto do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo), que regista o crescimento mais rápido de sempre, segundo os dados mais recentes do Governo.
O forte sismo que abalou hoje a Colômbia causou estragos em pelo menos seis aeroportos, destruiu parcial ou totalmente habitações e provocou dezenas de feridos, levando o recém-empossado Presidente colombiano a convocar uma reunião de crise.
As autoridades chinesas anunciaram hoje mais 30 vítimas mortais do deslizamento de terras que, em 17 de julho, soterrou mais de dez edifícios no município de Chongqing (centro), elevando para pelo menos 41 o número de mortos.
Várias pessoas ficaram feridas depois de um forte sismo ter atingido o sudoeste do Japão, provocando derrocadas de edifícios e incêndios, anunciou esta terça-feira a primeira-ministra, Sanae Takaichi.
Ataque junto à Porte de Clichy fez três feridas, duas delas em estado grave. Suspeito, de 31 anos, foi detido no local e está a ser investigado por tentativa de homicídio qualificado.
A polícia deteve um suspeito e procura outro na sequência de um tiroteio ocorrido no domingo à noite num festival gastronómico em Seattle, Estados Unidos, que causou a morte de três pessoas e feriu quatro.
O fogo de grandes proporções perto da cidade francesa de Bordéus, que obrigou à retirada de 220 mil pessoas, manteve-se estável durante a noite, disseram hoje as autoridades locais que mantêm as operações no local.
Bombeiros na região central de Espanha de Castela‑La Mancha lutavam ainda na quarta‑feira para controlar um incêndio florestal que já devastou mais de 32.000 hectares, um dos maiores de sempre no país.