Comissão de Saúde aprova requerimento do CHEGA para ouvir Pizarro

A comissão parlamentar de Saúde aprovou hoje um requerimento do partido CHEGA para audição do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), disse à agência Lusa o presidente da comissão parlamentar.

Os deputados da comissão de Saúde analisaram e votaram outro requerimento apresentado pelo CHEGA para audição do ministro da Saúde “sobre o contrato celebrado para o desenvolvimento da estratégia de comunicação da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde” que foi rejeitado pelo PS, adiantou António Maló de Abreu.

Foram igualmente rejeitados pelo PS um requerimento apresentado pelo BE para audição urgente das demissionárias do serviço de obstetrícia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), do Conselho de Administração do centro hospitalar, que engloba o Hospital Santa Maria, e do ministro da Saúde “sobre a demissão de vários médicos especialistas em obstetrícia motivada por uma degradação das condições laborais e assistenciais”.

Um requerimento do PCP para audição urgente do ministro, da Federação Nacional dos Médicos, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e da ex-diretora do serviço de obstetrícia do Hospital de Santa Maria “sobre a saída de profissionais do Serviço de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de Santa Maria e as consequências para o atendimento à grávida na região de Lisboa e Vale do Tejo” também foi vetado pelo PS.

Segundo Maló de Abreu, foi ainda rejeitado pelo Partido Socialista um requerimento da Iniciativa Liberal (IL) para uma audição urgente de Manuel Pizarro “para prestar todos os esclarecimentos relativos à falta de acesso das grávidas às ecografias obstétricas no SNS, às condições contratuais das convenções para estas ecografias com o setor privado, e às medidas que estão a ser tomadas pelo Governo”.

Últimas de Política Nacional

O candidato presidencial André Ventura pediu hoje ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para cancelar a visita a Espanha, prevista para sexta-feira, para poder estar junto das populações afetadas pelo mau tempo.
O candidato presidencial André Ventura afirmou hoje que parece que o país está "sem rei nem roque", criticando a ida do Presidente da República para fora do país e o não acionamento do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.
A ministra da Administração Interna será chamada ao Parlamento para explicar a resposta à tempestade Kristin e as falhas do SIRESP, numa audição exigida pelo CHEGA, depois de relatos de comunicações cortadas e populações isoladas.
O candidato presidencial André Ventura criticou hoje a visita do Presidente da República ao Vaticano, com o país a lidar com os efeitos do mau tempo, e a ausência de reparos aos apoios decididos pelo Governo.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a decisão do Governo de isentar de portagens durante uma semana nas zonas afetadas pela depressão Kristin e propôs que a medida se mantenha "nos próximos meses".
O CHEGA requereu hoje a audição urgente no parlamento do ministro da Defesa Nacional sobre o empenhamento de militares das Forças Armadas no apoio à população após a tempestade Kristin, considerando-o “manifestamente insuficiente” e criticando o Governo.
A mais recente sondagem diária à segunda volta das eleições presidenciais confirma uma tendência de queda continuada de António José Seguro, que volta a perder apoio eleitoral num momento decisivo da campanha.
O candidato presidencial André Ventura visita hoje a região de Lisboa para acompanhar no terreno os danos provocados pela depressão Kristin, que atingiu Portugal continental na quarta-feira, deixando um vasto rasto de destruição.
O grupo parlamentar do CHEGA entregou na Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda ao Governo a suspensão temporária do pagamento de portagens nas autoestradas que servem os concelhos afetados pela depressão Kristin, fenómeno meteorológico que provocou elevados danos humanos e materiais em várias regiões do país.
A transparência chegou depois do confronto? Só após ser questionado sobre omissões na sua declaração de rendimentos é que António José Seguro, candidato presidencial, revelou o património das empresas de que é sócio-gerente.