Mota-Engil assina contrato de cerca de 300 milhões de euros no Brasil

A Mota-Engil assinou, em consórcio com a empresa Ocyan, um contrato de cerca de 300 milhões de euros no Brasil, para a Petrobras, que marca a expansão da empresa no setor do petróleo e gás, indicou, num comunicado.

© Facebook/motaengil

A Mota-Engil fechou, em consórcio com a Ocyan, um contrato de cerca de 300 milhões de euros com vista à “revitalização da malha de gás da Petrobras”,ao largo do Rio de Janeiro, no Brasil, segundo informou esta segunda-feira em comunicado nviado ao mercado.

O contrato, adianta a construtora portuguesa, “marca a expansão da empresa nas atividades de Oil & Gas e em projetos de EPCI offshore, os quais incluem Engenharia, Construção, Aquisição e Instalação de equipamentos”.

As operações, que deverão durar cerca de quatro anos e meio, preveem atividades offshore junto às plataformas de Namorado e Garoupa (PNA-1 e PGP-1), “que incluirão a instalação de diversos equipamentos submarinos que permitirão a distribuição e ramificação de gases ou líquidos e dutos flexíveis”.

O grupo construtor liderado por Carlos Mota Santos destaca que, para lá desta adjudicação, já celebrou neste segundo semestre novos contratos ou aditamentos a contratos existentes na América Latina num valor total de cerca de 350 milhões de euros.

“Com as adjudicações acima anunciadas, o grupo continua a consolidar a atividade a realizar nos próximos anos em patamares historicamente elevados, alargando ao mesmo tempo, em dimensão e rentabilidade, a presença nos principais mercados da região”, refere a Mota-Engil no comunicado partilhado no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No final do semestre, a carteira de encomendas da Mota-Engil representava 12,6 mil milhões de euros.

Últimas de Economia

Os preços das casas quase triplicaram entre 2015 e 2025 em Portugal ao aumentarem 180% nestes 10 anos, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat, que indicam que esta foi a segunda maior subida na União Europeia (UE).
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quinta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia, Irlanda e Itália.
Os preços das casas subiram 18,9% em Portugal no quarto trimestre de 2025 em comparação com o período homólogo do ano anterior, sendo esta a segunda maior subida entre os países da União Europeia, anunciou hoje o Eurostat.
O CHEGA quer baixar o preço dos combustíveis e reduzir o IVA da gasolina e do gasóleo para a taxa intermédia, atualmente nos 13%.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.