Doutrinação sexual nas escolas a partir dos três anos

Sabia que os seus filhos estão a ser expostos a conteúdos sexualmente explícitos a partir dos três anos de idade?

© Folha Nacional

 

 É isso que está no manual de educação para a “igualdade de género” sugerido pela Direção Geral de Educação e disponível no site deste organismo do ministério da Educação. ‘Kinder, Desconstrução de estereótipos desde a infância’, sujeita crianças, a partir dos três anos, a doutrinação ideológica com especial incidência em temáticas LGBTQIA+.

De acordo com a informação disponibilizada no site, “o projeto Kinder foi apresentado, no dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, no Centro de Informação Urbana de Lisboa e contou com a presença da equipa de investigação.”

Esta equipa é composta por membros do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, conhecido por albergar vários ativistas ligados à extrema-esquerda e por ter como diretor emérito Boaventura de Sousa Santos, recentemente acusado de ter assediado sexual e moralmente três investigadoras desse mesmo centro de investigação. Surge também de uma parceria com a Escola Superior de Educação de Coimbra.

Neste manual propõe-se a realização de “sessões de consciencialização, disponibilização de recursos e oficinas centradas na desconstrução de estereótipos e de preconceitos, assim como no uso de linguagem inclusiva e sobre formas de apoiar crianças com diversidade sexual e de género.”

Sugere também que para esta formação sejam contactadas associações como a “AMPLOS / Associação de mães e pais pela liberdade de orientação e identidade de género”, ou “A Marcha é Linda / Experiência interativa audiovisual sobre a Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa”.

Outra sugestão deste manual passa por “incluir diversidade sexual e de género no currículo escolar: as escolas devem incluir educação sobre diversidade sexual e de género no currículo de uma forma interdisciplinar”.

Acrescenta ainda que “estes conteúdos não devem ser falados como uma ‘bolha’ ou uma ‘caixa’ à parte, mas sim em articulação com outros temas, como sejam o vestuário, o corpo, as emoções e afetos, as profissões ou quando se fala de figuras históricas de referência.”

Ou seja, pretende doutrinar as crianças através de mensagens subliminares que se apresentem em conjunto com outros conteúdos para que estas, na sua inocência, não estranhem este tipo de temas.

Mas o plano não se fica por aqui e pretende também “integrar livros infantis e juvenis no acervo da biblioteca da escola: existem muitos livros infantis e juvenis disponíveis que apresentam temas e personagens LGBTQIA+ de uma forma significativa (…)”.

Pretendem ainda expor crianças e jovens a casas de banho mistas, garantindo “o acesso a instalações sanitárias neutras em termos de género: as casas de banho, balneários ou vestiários devem ser neutros para acomodar pessoas com todos os géneros e identidades (…)”. Acrescentam que “isso irá criar um ambiente mais inclusivo e acolhedor e contribui significativamente para reduzir a ansiedade sentida quando a criança precisa de trocar de roupa ou fazer as suas necessidades.”

De forma a atacar e desconstruir a família tradicional, propõem ainda acabar com a celebração do Dia do Pai ou o Dia da Mãe: “será que faz sentido celebrar o Dia do Pai ou o Dia da Mãe? Porque não adaptá-los para o Dia da Família ou o Dia de quem Cuida de Mim?”.

O CHEGA é o único partido que se manifesta contra a ideologia de género e a doutrinação nas escolas, tendo mesmo proposto, através de Projeto de Resolução, uma avaliação do impacto na saúde e personalidade das crianças da Lei da Ideologia de Género (28/2018) e a “imediata suspensão” do Despacho 7247/2019 que implementa as suas medidas administrativas.

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