Maioria das pessoas na UE vive em casa própria (69,1%) com Portugal acima da média (77,8%)

A maioria das pessoas na União Europeia (UE) vive em casa própria (69,1%) e apenas 30,9% arrendam a habitação, com Portugal acima da média de propretários (77,8%) segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat, relativos a 2022.

© D.R.

Entre os Estados-membros, a Roménia (94,8%), a Eslováquia (93,0%) e a Croácia (91,1%) apresentam as maiores percentagens de pessoas que compram a casa onde vivem, sendo que a Alemanha (53,5%) é o único país da UE onde há mais pessoas a viver em casas arrendadas do que em próprias.

De acordo com os dados do gabinete estatístico da UE, Portugal está no 11.º lugar da tabela dos 27 Estados-mmebros, com 77,8% de pessoas que vivem em casa própria, contra 22,2% que são inquilinos da habitação.

Por outro lado, 52,0% dos habitantes na UE vivem em moradias, 47,5% em apartamentos e 0,5% noutro tipo de habitação, como caravanas, barcos ou tendas.

A Irlanda (89,3%) é o país com mais pessoas a habitarem em moradias, sendo que apenas 18,7% vive em apartamento e 0,1% noutro tipo de habitação, seguida pelos Países Baixos (78,9%, 18,7% e 2,4%, respetivamente), e pela Croácia (77,4% em moradias e 22,6% em apartamentos).

A maioria dos espanhóis, por seu lado, vive em apartamentos (65,6%), seguindo-se os alemães (62,5%) e os Estónios (60,8%).

Portugal está no 15.º desta tabela, com uma maioria de 53,3% pessoas a viverem em moradias e 46,7% em apartamentos.

A quota de pessoas a viverem em casas sobrelotadas era, em Portugal, de 9,4%, abaixo da média europeia de 16,8%, mas havia, em 2020, 25,2% de pessoas a viverem em casas degradadas, o segundo maior valor depois de Chipre (39,1%) e muito acima da média da UE (14,8%).

Últimas do Mundo

Nove portugueses e lusodescendentes morreram na sequência dos dois sismos registados quarta-feira na Venezuela e que causaram centenas de vítimas, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado hoje pelo World Weather Attribution.
Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.
O Parlamento espanhol aprovou esta quinta-feira, por maioria absoluta de deputados, uma resolução em que pede ao primeiro-ministro, o socialista Pedro Sánchez, para se demitir ou, pelo menos, submeter-se a uma moção de confiança.
Anúncios com preços de dezenas de milhares de euros e descrições consideradas invulgares na plataforma para comprar e vender roupa pré-adquirida desencadearam uma onda de suspeitas de tráfico de menores nas redes sociais. O caso chegou às autoridades francesas, que decidiram abrir uma investigação.
Pelo menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas depois de dois fortes sismos terem atingido a Venezuela, declarou hoje a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
Espanha registou pelo menos 212 mortes "atribuíveis à temperatura" entre domingo e quarta-feira, coincidindo com a onda de calor que atingiu o país, de acordo com estimativas do Instituto de Saúde Pública espanhol Carlos III hoje conhecidas.
As autoridades francesas emitiram esta quinta-feira avisos de tempestades severas e ampliaram o alerta vermelho de calor para 72 dos 100 departamentos, um dia depois de França ter chegado aos 30ºC, a temperatura média mais alta da sua história.
Um sismo de magnitude 7,1, com epicentro junto à capital Caracas, atingiu hoje a Venezuela, adiantou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Três quartos do território francês vão estar em alerta máximo devido à onda de calor na quinta-feira a partir das 12h00 (11h00 em Lisboa), anunciou hoje o serviço meteorológico francês.