Beneficiários do subsídio de desemprego aumentam 12.487 em novembro

O número de beneficiários do subsídio de desemprego aumentou em novembro, em 12.487, em termos homólogos, uma variação de 9,8% para 139.634, segundo a síntese do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho.

©️ Centro de Emprego

No documento, hoje divulgado, a tutela revelou que “o número de beneficiários/as foi de 139.634”, sendo que na comparação com o mês anterior, ocorreu um aumento de 4,2% (mais 5.654 beneficiárias/os) e, face ao mês homólogo, houve um crescimento de 12.487 subsídios processados (+9,8%).

Segundo os mesmos dados, “as várias prestações de desemprego abrangeram 177.179 beneficiários/as, em novembro de 2023”, sendo que na variação face ao mês anterior “houve um crescimento de 3,9% (mais 6.713 beneficiários/as) e, em relação ao período homólogo, verificou-se um aumento de 13.254 beneficiários/as (+8,1%)”.

Segundo a tutela, o valor médio das prestações de desemprego foi de 585,86 euros.

Por outro lado, “no caso do subsídio social de desemprego inicial, esta prestação foi processada a 7.513 beneficiários/as”, sendo que este valor representa face ao mês anterior, um “crescimento de 23,5% e, na variação com o período homólogo, houve um acréscimo de 1.270 subsídios (+20,3%)”.

Já o subsídio social de desemprego subsequente abrangeu 22.340 beneficiários/as, uma diminuição mensal de 1,0% (menos 230 beneficiários/as) e, na comparação homóloga, a redução foi de 2.552 beneficiários/as (-10,3%).

A mesma informação destacou que “as prestações de desemprego são maioritariamente requeridas por mulheres (57,9%), correspondendo a 102.508 beneficiárias e a 74.671 beneficiários (42,1%)”.

Segundo os dados, “na variação mensal, as prestações de desemprego tiveram um crescimento de 5,7% no caso dos homens, e de 2,7% no caso das mulheres”.

Últimas de Economia

O sentimento económico recuou em março, pelo segundo mês consecutivo, tanto na zona euro quanto na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
Cerca de 24% das novas operações de crédito para habitação própria permanente tiveram um financiamento acima de 90%, impulsionado pela garantia pública, num valor equivalente ao anterior à entrada em vigor de medidas macroprudenciais, divulgou esta segunda-feira o Banco de Portugal.
Os contribuintes têm até à próxima terça-feira para reclamar do valor das despesas assumidas pelo fisco para o cálculo de deduções à coleta de IRS referentes às despesas gerais familiares e pela exigência de fatura.
O indicador de confiança dos consumidores caiu em março para o valor mais baixo desde dezembro de 2023, enquanto o de clima económico recuou para mínimos de um ano, num período marcado pela guerra no Médio Oriente.
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou esta sexta-feira no mercado de futuros de Londres em alta de 4,22%, para 112,57 dólares, o valor mais alto desde julho de 2022.
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje com força a dois, cinco e 10 anos face a quinta-feira, no prazo mais curto para máximos desde julho de 2024 e nos dois mais longos para máximos desde outubro de 2023.
O presidente do CHEGA considerou que "é sempre positivo" quando a economia portuguesa regista um excedente orçamental, mas exigiu que o Governo tome mais medidas para aliviar o aumento dos preços na sequência do conflito no Médio Oriente.
Os bancos tinham emprestados, no final de 2025, 34,3 mil milhões de euros a empresas e famílias dos concelhos colocados em situação de calamidade na sequência da tempestade Kristin, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
O 'stock' de empréstimos para habitação cresceram pelo 25.º mês consecutivo em fevereiro, com um aumento homólogo de 10,4%, atingindo 111.658 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no final de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).