Sonae encerra supermercados Go Natural até ao final de janeiro

A Sonae vai encerrar os supermercados Go Natural até final de janeiro, confirmou hoje à Lusa a MC, que adianta que estão a decorrer "processos de enquadramento" dos trabalhadores da cadeia em outros negócios da dona do Continente.

© D.R.

Em causa estão oito supermercados, dos quais sete em Lisboa e um no Porto.

A loja ‘online’ da Go Natural já se encontra encerrada, com a informação de que as contas e os dados pessoais dos clientes serão eliminados até 31 de janeiro.

Em 2017, a Sonae, através da Sonae MC, concluiu as operações para a aquisição de 100% do capital dos supermercados biológicos BRIO, bem como da participação de 51% no capital da empresa que detém a Go Natural, que acabou por dar o nome à cadeia que agora vai encerrar portas.

Na altura, a empresa do universo Sonae dava conta que “a concretização destas aquisições permite à Sonae MC acelerar a avenida estratégica de crescimento de Health & Wellness, em particular no segmento de alimentação saudável onde a sua posição de liderança é reforçada”.

Em resposta à Lusa, a empresa disse hoje que “a Go Natural é uma marca da MC com restaurantes, supermercados e uma gama de produtos (refeições, sopas, bebidas e snacks), e que nasceu em 2004 com a ambição de tornar a alimentação o mote para um estilo de vida mais saudável para todos”.

Confirmando que “a marca vai encerrar a sua operação em supermercados até ao final do mês de janeiro”, adiantou que manterá “a sua aposta na democratização de uma alimentação saudável através da disponibilização de uma vasta oferta de produtos biológicos e saudáveis nas áreas especializadas das lojas Continente, Continente Modelo e Continente Bom Dia e online em continente.pt” e dos restaurantes Go Natural.

Sobre os trabalhadores da cadeia de supermercados, a empresa disse à Lusa que “os processos de enquadramento dos colaboradores dos supermercados Go Natural noutros negócios do universo MC estão a decorrer”.

 

Últimas de Economia

O CHEGA apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa revogar o Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI), conhecido como “imposto Mortágua”, criado em 2016 no âmbito do Orçamento do Estado para 2017.
Os contribuintes vão poder validar as faturas relativas ao IRS de 2025 no Portal até 02 de março, em vez da data regular de 28 de fevereiro, segundo uma informação da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
A produção automóvel em Portugal desceu 7,8% em janeiro, face ao mês mesmo de 2025, para 21.746 veículos, segundo dados hoje divulgados pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
A produção industrial aumentou 1,5% em 2025, tanto na zona euro como no conjunto da União Europeia (UE), relativamente a 2024, revelam dados hoje divulgados pelo serviço estatístico comunitário, o Eurostat.
O setor do alojamento turístico registou, em 2025, 32,5 milhões de hóspedes e 82,1 milhões de dormidas, representando subidas respetivas de 3,0% e 2,2%, mas abrandando face ao ano anterior, segundo o INE.
O excedente do comércio externo de bens da zona euro recuou, em 2025, para os 164,6 mil milhões de euros e o da UE para os 133,5 mil milhões de euros, divulga hoje o Eurostat.
Perderam a casa, o armazém ou a exploração agrícola com a tempestade, mas antes de receberem ajuda do Estado têm de provar que não devem um euro ao Fisco. O Governo decidiu condicionar os apoios às vítimas da tempestade Kristin à situação fiscal regularizada.
As empresas vão passar a ter até dia 25 de cada mês (ou o dia útil seguinte, caso este coincida com um fim de semana ou feriado) para pagarem as contribuições à Segurança Social.
O número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais deverá ter aumentado 4,7% em 2025, para 73,75 milhões, segundo dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.
Um total de 33 mil clientes da E-Redes, em Portugal continental, continua sem abastecimento de energia elétrica devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição desde 28 de janeiro, informou hoje a empresa.