Ataque a tiro numa estrada perto de Jerusalém causa um morto e oito feridos

Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas hoje num ataque a tiro numa autoestrada que liga um colonato na Cisjordânia ocupada a Jerusalém, informou a polícia israelita.

© Facebook de Israel Reports

 

“Foi recebido um relatório sobre um ataque terrorista envolvendo um tiroteio na autoestrada 1”, perto de Maale Adumim, um colonato israelita localizado na Cisjordânia, a cerca de 10 quilómetros de Jerusalém, disse a polícia, num comunicado.

“Três terroristas chegaram num veículo, saíram dele e começaram a disparar com armas automáticas contra os veículos que estavam num engarrafamento na estrada para Jerusalém”, acrescentou.

A polícia afirmou “ter neutralizado” dois agressores no local, enquanto um terceiro, que tentava fugir, foi apanhado pelos agentes que vasculharam a área e também “foi neutralizado”.

Questionada pela agência de notícias EFE, a polícia não confirmou se os agressores estão mortos.

O serviço de emergência israelita United Hatzalah indicou que uma das vítimas do ataque morreu, enquanto o serviço paramédico israelita Magen David Adom disse que um dos feridos, um homem de 23 anos, estava em estado grave.

As autoridades não revelaram a identidade dos agressores, mas costumam usar o termo terrorista para se referirem a palestinianos ou árabes israelitas.

Em 16 de fevereiro, duas pessoas foram mortas e outras quatro ficaram feridas num ataque a tiro numa estação rodoviária no sul de Israel. O agressor foi morto por um civil no local.

A Cisjordânia ocupada vive a pior espiral de violência desde a Segunda Intifada (2000-2005), que se agravou desde que eclodiu a guerra de 07 de outubro entre Israel e o grupo islamita palestiniano Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Só este ano 72 palestinianos e sete israelitas morreram em confrontos na Cisjordânia.

Últimas do Mundo

O autor do ataque com carro a um mercado de Natal na cidade alemã de Magdeburgo que em dezembro de 2024 fez seis mortos e cerca de 330 feridos, foi hoje condenado a prisão perpétua.
Nove portugueses e lusodescendentes morreram na sequência dos dois sismos registados quarta-feira na Venezuela e que causaram centenas de vítimas, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado hoje pelo World Weather Attribution.
Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.
O Parlamento espanhol aprovou esta quinta-feira, por maioria absoluta de deputados, uma resolução em que pede ao primeiro-ministro, o socialista Pedro Sánchez, para se demitir ou, pelo menos, submeter-se a uma moção de confiança.
Anúncios com preços de dezenas de milhares de euros e descrições consideradas invulgares na plataforma para comprar e vender roupa pré-adquirida desencadearam uma onda de suspeitas de tráfico de menores nas redes sociais. O caso chegou às autoridades francesas, que decidiram abrir uma investigação.
Pelo menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas depois de dois fortes sismos terem atingido a Venezuela, declarou hoje a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
Espanha registou pelo menos 212 mortes "atribuíveis à temperatura" entre domingo e quarta-feira, coincidindo com a onda de calor que atingiu o país, de acordo com estimativas do Instituto de Saúde Pública espanhol Carlos III hoje conhecidas.
As autoridades francesas emitiram esta quinta-feira avisos de tempestades severas e ampliaram o alerta vermelho de calor para 72 dos 100 departamentos, um dia depois de França ter chegado aos 30ºC, a temperatura média mais alta da sua história.
Um sismo de magnitude 7,1, com epicentro junto à capital Caracas, atingiu hoje a Venezuela, adiantou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).