O Ego de Montenegro

Portugal estava há muitos anos refém de uma máfia socialista, que teimava em não executar as reformas estruturais que o País necessitava, por forma a que o progresso social e económico pudesse acompanhar o século em que se estava inserido.

Mas para isso acontecer, era necessário que duas situações se verificassem: os socialistas serem corridos do poder e Portugal ter uma maioria de direita, liderada por um verdadeiro estadista, homem sem medo, que com pulso firme, que implementasse as políticas necessárias para o desenvolvimento social e económico que o País há muitos anos precisa.

A primeira parte da difícil equação foi resolvida, mas a segunda, tem-se revelado mais complicada; é verdade que temos um estadista, comprometido com o sucesso do País e dos portugueses que é liderado por André Ventura e do outro lado, um aprendiz de político que só pensa no seu ego, no seu futuro político em vez de agir na defesa do supremo interesse nacional.

Montenegro tem-se revelado um político pobre em ideias e parco em atos; com uma oportunidade única nas mãos para dar ao País a estabilidade que o mesmo necessita, prefere agradar a uma parte da opinião pública, comunicação social e a toda a esquerda, honrando uma palavra que a todos os níveis, se revelou precipitada, do que trabalhar em prol do desenvolvimento de Portugal, criando alianças patriotas com o único partido capaz disso: o CHEGA.

O Ego de Montenegro, vai ter as suas consequências a breve trecho e o CHEGA ficará na história política nacional como o único partido que colocou Portugal sempre em primeiro, em detrimento até de algumas bandeiras que vem defendendo ao longo dos anos e que no nosso entender, são para aplicar, na exata medida do tempo que nos for permitido aplicar as mesmas.

De um lado André Ventura, um verdadeiro estadista; do outro Luís Montenegro, um político com um ego do tamanho da sua incompetência política.

Os portugueses estão atentos a quem tudo tem feito para dar ao País, a merecida estabilidade e crescimento económico necessário; o ónus da irresponsabilidade ficará com aqueles que preferiram governar sem atender ao respeito pelo voto do povo que expressou de forma muito clara como pretendia que Portugal fosse governado.

A maioria de direita que perdura neste tempo político, pode durar pouco mas em próximas eleições a mesma vai voltar a acontecer e sem necessidade de termos egos de um principiante de político; tudo porque quando essa maioria acontecer será absoluta e de forma inequívoca para os únicos que têm colocado Portugal e os portugueses em primeiro lugar: o CHEGA.

Nessa altura, o Estadista  vai levar de vencido o Ego: e embora tendo a mesma letra como inicial, a primeira revela sentido de responsabilidade; já a segunda revela não ter sentido nenhum.

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