Descida do IRS do Governo de Montenegro é uma fraude

A redução de impostos anunciada por Montenegro no debate do programa do Governo não passa, afinal, de um grande embuste. Feitas as contas, os supostos 1500 milhões de redução de IRS de que o primeiro-ministro falou, ficam-se por um alívio de 170 milhões de euros nos bolsos dos portugueses. Ou seja, oito vezes menos do que o anunciado.

© Folha Nacional

O anúncio feito por Montenegro no Parlamento não deixava margem para dúvidas. Nas suas palavras “na próxima semana vamos materializar a baixa de IRS para 2024. Vamos fazer com que o esforço fiscal dos portugueses sobre os rendimentos do trabalho seja desagravado em 1500 milhões de euros”.

Ora, acontece que, depois de contas feitas, a anunciada redução de 1500 milhões passou, subitamente, para apenas 170 milhões de euros, tendo em conta que a redução de 1330 milhões de euros já estava prevista no orçamento de estado para este ano. Ou seja, trata-se de um pequeno ajuste a uma medida já prevista, não correspondendo, nem de perto, nem de longe, ao prometido pelo primeiro-ministro.

Esta forma de atuação política faz lembrar o pior dos governos socialistas, caracterizados por anúncios pomposos que não passavam de propaganda para enganar os portugueses. Pelos vistos, Montenegro e a AD seguem-lhes o exemplo.

Governar com base na fraude e na mentira terá sempre da parte do Partido CHEGA o mais veemente repúdio.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA condenou hoje o ataque contra participantes na Marcha pela Vida e pediu todos os esclarecimentos à PSP e Governo, considerando que não pode haver violência "boa ou má" conforme se é de esquerda ou de direita.
O presidente do CHEGA disse hoje ter garantia "política e negocial" que haverá dois nomes indicados pelo PSD e um pelo seu partido para os juízes para o Tribunal Constitucional, eleições cuja data será definitivamente proposta na quarta-feira.
O presidente do CHEGA disse hoje que há condições para aprovar nos próximos dias a nova lei do retorno proposta pelo Governo com alterações do seu partido, esperando que o Tribunal Constitucional não volte a ser "força de bloqueio".
Pagar a casa já é difícil. Pagar ao banco para sair mais cedo do crédito pode tornar-se ainda mais. É precisamente isso que o CHEGA quer mudar. O partido apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende acabar com a comissão cobrada pelos bancos quando os clientes fazem reembolsos antecipados em créditos à habitação com taxa variável.
O CHEGA quer que Portugal leve à União Europeia e às Nações Unidas uma proposta para classificar o movimento Antifa como organização terrorista. A iniciativa deu entrada no Parlamento através de um projeto de resolução e coloca o tema da segurança e da violência política no centro do debate.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou Bruxelas de ser "símbolo de censura e ditadura" e salientou o papel do seu partido no combate à imigração ilegal em Portugal.
Meses depois das tempestades que deixaram um rasto de destruição em várias regiões do país, continuam as dúvidas sobre como estão a ser atribuídos os apoios públicos. Quem recebeu? Quem ficou de fora? E com base em que critérios?
Décadas depois de terem servido Portugal em cenários de guerra, muitos Antigos Combatentes continuam a viver com pensões baixas e a lidar com as consequências físicas e psicológicas do serviço militar. Para o CHEGA, o apoio atualmente dado pelo Estado está longe de refletir esse sacrifício.
O líder do CHEGA aponta máximos históricos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e acusa o Governo de encher os cofres à custa do aumento dos preços, enquanto famílias enfrentam um cabaz alimentar em máximos históricos.
Depois da saída precoce do enfermeiro, o Governo volta a nomear um responsável para a Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis (EMER 2030) sem ligação direta ao setor, mantendo a estrutura no centro da contestação política.