Marcelo recorda contributo dos ciganos e pede combate às “discriminações”

O Presidente da República assinala hoje o Dia Nacional do Cigano recordando o seu contributo para a construção de Portugal e apelou ao combate urgente das situações de "discriminação, falta de representação e dificuldades de integração" que se mantêm.

© Facebook da Presidência da República

“Neste Dia Nacional do Cigano, o Presidente da República reafirma que os ciganos são portugueses, recordando o seu contributo para a construção do nosso país, onde se instalaram e vivem há mais de cinco séculos”, pode ler-se numa publicação no sítio oficial da Presidência da República.

Apesar deste “tão antigo relacionamento”, segundo Marcelo Rebelo de Sousa, “prevalecem situações de discriminação, falta de representação e dificuldades de integração que urge combater, nomeadamente nas áreas da habitação e do trabalho”.

“Para isso, será igualmente importante continuar a mobilizar a sociedade civil e os decisores políticos para a efetiva execução de políticas públicas que mitiguem os efeitos da pobreza e da exclusão, como previsto pela Estratégia Nacional para Integração das Comunidades Ciganas”, apelou.

O chefe de Estado refere ainda que se associa de novo à evocação do 5.º centenário da perseguição aos portugueses ciganos, iniciativa que irá decorrer em 2025-2026 e que conta com o seu Alto Patrocínio.

Últimas de Política Nacional

O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.
O Conselho Nacional do CHEGA propôs a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.
O presidente do CHEGA pediu aos militantes, na intervenção de abertura do Conselho Nacional do CHEGA, responsabilidade e união, propondo que o partido se junte "por Portugal nestes próximos meses”.
O líder do CHEGA diz que mais de 90% dos contratos públicos podem escapar ao controlo prévio e acusa PSD e PS de enfraquecerem a fiscalização do dinheiro dos portugueses.
Os alertas surgem numa altura em que continuam a multiplicar-se investigações relacionadas com corrupção, contratação pública e utilização de fundos públicos em Portugal.