CHEGA impõe exigências contra a corrupção ao Governo da Madeira

No passado dia 4 de julho, o CHEGA conseguiu uma vitória histórica na Madeira.

© D.R.

Foi durante a aprovação do programa do Governo Regional da Madeira que o CHEGA garantiu que as suas exigências fossem garantidas. Das quatro exigências que fez, duas delas foram uma auditoria completa às contas dos últimos cinco anos, algo com que o CHEGA se tem debatido nos últimos tempos, e a renúncia de Miguel Albuquerque, caso este seja acusado pelo Ministério Público.

Em conferência de imprensa, no dia 5 de julho, o presidente do CHEGA, André Ventura, disse que o partido “fez de tudo para que a Madeira não tivesse de ir a eleições” e que “Miguel Albuquerque aceitou todas as exigências do CHEGA”.
André Ventura disse ainda que “o CHEGA foi o único partido que assistiu e impôs as suas condições” e que “caso as exigências não sejam respeitadas” o CHEGA apresentará uma moção de censura ao governo de Miguel Albuquerque.

Esta é, sem dúvida, uma vitória para o partido de André Ventura que garantiu assim que os madeirenses e portosantenses conseguissem alguma estabilidade ao fim de tanto tempo.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA quer que Portugal leve à União Europeia e às Nações Unidas uma proposta para classificar o movimento Antifa como organização terrorista. A iniciativa deu entrada no Parlamento através de um projeto de resolução e coloca o tema da segurança e da violência política no centro do debate.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou Bruxelas de ser "símbolo de censura e ditadura" e salientou o papel do seu partido no combate à imigração ilegal em Portugal.
Meses depois das tempestades que deixaram um rasto de destruição em várias regiões do país, continuam as dúvidas sobre como estão a ser atribuídos os apoios públicos. Quem recebeu? Quem ficou de fora? E com base em que critérios?
Décadas depois de terem servido Portugal em cenários de guerra, muitos Antigos Combatentes continuam a viver com pensões baixas e a lidar com as consequências físicas e psicológicas do serviço militar. Para o CHEGA, o apoio atualmente dado pelo Estado está longe de refletir esse sacrifício.
O líder do CHEGA aponta máximos históricos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e acusa o Governo de encher os cofres à custa do aumento dos preços, enquanto famílias enfrentam um cabaz alimentar em máximos históricos.
Depois da saída precoce do enfermeiro, o Governo volta a nomear um responsável para a Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis (EMER 2030) sem ligação direta ao setor, mantendo a estrutura no centro da contestação política.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse hoje que “já tinha falado” com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre o impasse nas eleições dos órgãos externos e que “há dias” existia um acordo em relação à indicação dos candidatos.
Meses depois da passagem da tempestade Kristin, continuam visíveis os sinais de destruição em várias zonas florestais da região Centro do país. Árvores derrubadas, madeira acumulada e vastas áreas de mato e destroços continuam espalhadas pelo terreno, aumentando o risco de incêndios.
André Ventura apontou o dedo ao Governo e questionou a ausência de mudanças estruturais, num momento em que o país enfrenta pressão no custo de vida, nos combustíveis e no acesso à saúde.
A reforma antecipada de Mário Centeno passou de decisão interna do Banco de Portugal para tema central de escrutínio político, depois de o CHEGA ter exigido explicações no Parlamento. O foco está agora nos critérios, nos acordos internos e na transparência do processo.