Oposição denuncia “onda de repressão” em vários estados

O partido da oposição “Vente Venezuela” denunciou hoje que nas últimas horas foi desencadeada uma “onda de repressão” contra líderes políticos em vários estados do país latino-americano, em vésperas das eleições presidenciais.

©Facebook de Maria Corina Machado

 

“Neste momento, as forças do regime estão a iniciar uma onda de perseguição e intimidação contra os líderes políticos em vários estados do país”, escreveu na rede social X o Comité de Direitos Humanos de “Vente Venezuela”.

A força política pediu ainda o apoio da comunidade internacional.

“Alertamos a comunidade internacional para esta situação e exigimos o fim da perseguição”, afirmou.

Reiterando a sua intenção de participar no ato eleitoral de domingo, o “Vente Venezuela” salientou que “será histórico para o país” porque “os cidadãos estão determinados em exercer os seus direitos neste processo”.

A mensagem é acompanhada por várias fotografias, nas quais se podem ver veículos do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços de informações) cuja veracidade não foi verificada.

O “Vente Venezuela” denunciou ainda mensagens grafitadas – “Grande território de paz” ou “Deixem em paz quem está em paz” – contra a oposição no município de Guásimos, estado de Táchira, escritas nas primeiras horas da manhã.

“A ‘Fúria Bolivariana’ continua a vandalizar espaços para gerar medo e incerteza na população. No entanto, os cidadãos estão determinados a exercer o seu direito de voto”, ressalvou a “Vente Venezuela”.

Mais de 21,6 milhões de venezuelanos estão chamados a participar nas eleições presidenciais de domingo na Venezuela.

Últimas de Política Internacional

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou hoje que a Rússia se prepara para lançar uma nova ofensiva em grande escala na Ucrânia, de acordo com os meios de comunicação locais.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca convocou hoje o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos devido a alegadas tentativas norte-americanas de interferência junto da opinião pública da Gronelândia.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou hoje que o Governo iraniano está por trás de ataques antisemitas no país contra a comunidade judaica e anunciou a expulsão do embaixador iraniano em Camberra.
Trump disse que vários países europeus já mostraram disponibilidade para enviar militares para a Ucrânia, como tal "não será um problema" responder às garantias de segurança exigidas pelo homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu hoje uma frente unida entre europeus e ucranianos em defesa de uma paz que não represente a capitulação da Ucrânia, na véspera da reunião com Donald Trump, na Casa Branca.
O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, disse hoje que Putin concordou, na cimeira com Donald Trump, que sejam dadas à Ucrânia garantias de segurança semelhantes ao mandato de defesa coletiva da NATO.
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje que discutiu formas de terminar a guerra na Ucrânia "de forma justa", na cimeira com o homólogo norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira, defendendo a “eliminação das causas iniciais”.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que “todos” preferem ir “diretamente para um acordo de paz” e não “um mero acordo de cessar-fogo” para acabar com a “terrível guerra” na Ucrânia.
O futuro da Ucrânia passa hoje pelo Alasca, uma antiga colónia russa onde os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia se vão reunir sem a participação do país invadido por Moscovo.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que qualquer acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia terá de passar por uma cimeira com os homólogos russo e ucraniano, após a cimeira bilateral na sexta-feira.