Desemprego registado com subida homóloga de 6,1% em agosto

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 6,1% em agosto face a igual mês de 2023 e 2,7% face a julho, para 313.421 pessoas, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP.

© D.R.

“No fim do mês de agosto de 2024, estavam registados, nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 313.421 indivíduos desempregados, número que representa 69,5% de um total de 450.656 pedidos de emprego”, lê-se se na nota divulgada pelo IEFP.

São mais 18.060 pessoas inscritas nos centros de desemprego face a agosto de 2023. Para este aumento, “contribuíram os inscritos há menos de 12 meses (+16.335), os que procuram um novo emprego (+17.063) e os adultos (+15.245)”, explica o instituto.

Já na comparação em cadeia, trata-se de mais 8.282 pessoas.

No que toca aos grupos profissionais com maior expressão, face ao período homólogo, observou-se um acréscimo em todos, com destaque para os “Operadores de instalações e máquinas e trabalhadores da montagem” (+11,1%) e “Trabalhadores qualificados da indústria, construção e artífices” (+9,1%) e “Trabalhadores não qualificados” (+8,6%).

À semelhança do mês anterior, a nível regional, o desemprego registado aumentou em todas as regiões em agosto, face ao período homólogo, com exceção dos Açores e da Madeira, que recuou 11,9% e 10,1%, respetivamente.

O valor mais acentuado de aumento do desemprego foi registado na região de Lisboa e Vale do Tejo (+8,2%).

Por outro lado, na comparação em cadeia, manteve-se a tendência de crescimento, “à exceção da região do Algarve onde se registou uma diminuição do desemprego (-4%)”, indica o IEFP.

No final de agosto, as ofertas de emprego por satisfazer atingiram os 12.190 nos Serviços de Emprego de todo o país, o que corresponde a uma diminuição das ofertas em ficheiro na análise anual (-3.844; -24%), mas a um ligeiro aumento face ao mês anterior (+12; +0,1%).

Últimas de Economia

Os preços de oferta das casas anunciadas em Portugal subiram 6,8% em dezembro face ao mesmo mês de 2024, segundo o índice de preços do Idealista, portal 'online' de imobiliário do mercado nacional.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, recebe cerca de 726.000 euros por ano, segundo uma análise do Financial Times, mais 55,8% do que o salário base oficial comunicado pelo instituto emissor (466.000 euros).
O valor dos empréstimos à habitação cresceu 9,8% em novembro face a novembro de 2024, pelo 23.º mês consecutivo, com o ‘stock’ do crédito a totalizar 110.100 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em dezembro, com uma melhoria nas perspetivas sobre a evolução da situação económica do país e sobre as expectativas de realização de compras importantes, revela estatísticas hoje divulgadas pelo INE.
O salário mínimo nacional sobe a partir desta quinta-feira dos atuais 870 euros para 920 euros, em linha com o estabelecido no acordo tripartido assinado em sede de concertação social em outubro de 2024.
A produção de azeite, a carne de caça e as obras de arte vendidas em galerias passam a ser tributadas com o IVA de 6% a partir de hoje, com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2026.
Os consumidores domésticos podem, a partir de hoje, alterar, a qualquer momento, a sua tarifa da luz, escolhendo entre a simples, bi-horária e tri-horária.
O consumo de energia elétrica abastecido a partir da rede pública atingiu em 2025 o valor mais elevado de sempre no Sistema Elétrico Nacional (SEN), de acordo com dados divulgados hoje pela Redes Energéticas Nacionais (REN).
O número total de compras realizadas entre 01 e 24 de dezembro aumentou 8% face a 2024, tendo as compras no comércio ‘online’ crescido 19%, segundo dados da SIBS Analytics divulgados hoje.
A taxa de inflação no conjunto de 2025 terá sido de 2,3%, segundo a estimativa rápida do INE divulgada hoje, após em 2024 terá sido de 2,4%.