PSP registou em 2024 mais oito mortes na estrada do que no ano anterior

A PSP registou no ano passado 79 mortes em acidentes rodoviários, mais oito do que em 2023, divulgou hoje a força de segurança.

© D.R.

Em 2024, ocorreram na área da intervenção da PSP, os centros urbanos, 58.434 acidentes, mais 801 do que no ano anterior, dos quais resultaram 803 feridos graves (+18) e 18.221 ligeiros (+677). No total, houve no ano passado 19.024 feridos (+695).

Na nota, a PSP aponta a “infração e/ou desrespeito pelas regras e sinais de trânsito” com um dos fatores relevantes “para a ocorrência da maioria dos acidentes de viação”.

No ano passado, a força de segurança contabilizou 8.547 detenções de condutores, 4.604 dos quais por estarem alcoolizados e 3.943 por não terem carta de condução.

Dos 207.330 testes de alcoolemia realizados, 3.818 culminaram em autos de contraordenação por condução sob o efeito do álcool. Destes, “825 dizem respeito a condutores aos quais se aplica taxa reduzida”, por serem motoristas profissionais ou terem carta há menos de três anos.

Entre 01 de janeiro e 31 de dezembro de 2024, foram ainda detetados 30.414 veículos em excesso de velocidade, “um dos principais fatores da sinistralidade rodoviária”.

A falta de inspeção periódica obrigatória (19.289 situações) e de seguro de responsabilidade civil (6.294), o uso de telemóvel ao volante (4.920) e a não utilização de cinto de segurança (2.677) e de outros sistemas de retenção (944) foram as restantes infrações mais detetadas.

“No total, foram registadas 199.149 contraordenações, o que equivale a uma média de cerca de 544 infrações por dia”, refere, no comunicado, a PSP.

Em 2025, a força de segurança promete continuar “atenta e vigilante em todas as estradas nacionais”, apelando a todos “que conduzam em segurança e não adotem comportamentos” de risco.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.