30% admite votar em André Ventura para Presidente da República

À pergunta “considera que André Ventura é uma pessoa em quem poderia votar para Presidente da República?”, cerca de 30% dos inquiridos responderam “sim, poderia votar.”

© Folha Nacional

O líder do CHEGA alcançou 30% das intenções de voto para Presidente da República, segundo uma sondagem realizada pela Aximage para o Folha Nacional. À pergunta “considera que André Ventura é uma pessoa em quem poderia votar para Presidente da República?”, cerca de 30% dos inquiridos responderam “sim, poderia votar.”

Cerca de 32% dos inquiridos consideram que André Ventura “fez bem” ao avançar neste momento como candidato a Presidente da República. De acordo com os mesmos dados, 24% dos inquiridos “concordam” com as motivações da candidatura Ventura e 14% “concorda totalmente.”

A sondagem da Aximage indica ainda que a Área Metropolitana de Lisboa encabeça a lista de maior número de intenções de voto com 37%. Seguido pela Área Metropolitana de Porto, com 31%, e no Sul e Ilhas com 28%.

FICHA TÉCNICA
Sondagem de opinião realizada pela Aximage para Folha Nacional sobre intenção de voto nas eleições legislativas e temas da atualidade política. Universo: indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal. Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do
universo conhecido, reequilibrada por sexo, idade e região. A amostra teve 802 entrevistas efetivas: 673 entrevistas
CAWI e 129 entrevistas CATI; 383 homens e 419 mulheres; 189 entre os 18 e os 34 anos, 231 entre os 35 e os 49 anos,
212 entre os 50 e os 64 anos e 170 para os 65 e mais anos; 269 Norte, 175 Centro, 111 Sul e Ilhas, 247 Área Metropolitana de Lisboa. Técnica: aplicação online (CAWI) de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; entrevistas telefónicas – metodologia CATI (Computer
Assisted Telephone Interviewing) do mesmo questionário devidamente adaptado ao suporte utilizado. O trabalho de campo decorreu entre 16 e 21 de janeiro de 2025. Taxa de resposta: 35,54%. O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de +/- 3,5%. Responsabilidade do estudo: Aximage, sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.

Últimas de Política Nacional

Primeiro, o Governo respondeu ao CHEGA indicando um orçamento de 144.456 euros para a destruição dos químicos, em linha com a justificação apresentada por Luís Neves. Agora, confrontado pelo Observador, o Ministério da Justiça esclarece um pormenor decisivo: aquele valor abrangia produtos apreendidos em vários processos e não apenas os 62 bidões da Operação Pacoba. Afinal, os 144 mil euros não eram só para aqueles químicos.
O líder do CHEGA contesta limitações ao objeto da comissão de inquérito e quer escrutinar toda a passagem de Luís Neves pela direção da PJ, incluindo o seu afastamento da Operação Influencer e perceber se decisões tomadas durante o mandato sofreram influência política.
Luís Montenegro vai enfrentar o debate da moção de censura apresentada pelo CHEGA no dia 8 de setembro, às 15h00. Partidos decidiram acelerar os prazos para que o país não fique à espera de uma resposta política à iniciativa apresentada na sequência das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Presidente do CHEGA anunciou esta quarta-feira que o partido deu entrada de uma moção de censura ao Governo e considera a decisão “irreversível”. André Ventura acusa Luís Neves de não esclarecer as suspeitas que têm marcado a polémica em torno do ministro, critica o silêncio de Montenegro e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA quer saber como Portugal vai pagar as novas fragatas e quanto custarão os juros. Ventura acusa ainda o Governo de ter adotado a “escola Luís Neves”: “Fala quando quer, sobre o que quer.”
Adjuntos, assessores e chefes de gabinete passaram dos corredores do Governo para lugares na Administração Pública. Em 17 casos, entraram em regime de substituição e, em dois, o percurso já terminou com uma nomeação por cinco anos.
Partido liderado por André Ventura questiona o Governo sobre o destino das habitações financiadas pelo PRR e pelo 1.º Direito e exige números sobre os beneficiários. Perante milhares de portugueses à procura de casa e uma oferta pública escassa, o CHEGA defende prioridade para cidadãos nacionais e para quem demonstre uma ligação duradoura e contributiva ao país.
Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.