Homem detido no Barreiro por tentativa de violência doméstica e incêndio

Um homem que estava proibido de se aproximar da ex-companheira, no âmbito de um processo de violência doméstica, foi detido pela PSP do Barreiro, no distrito de Setúbal, por tentativa do mesmo crime e de incêndio da residência.

© D.R.

A detenção ocorreu no domingo e o homem de 48 anos ficou em prisão preventiva.

Segundo a PSP, no seguimento de uma chamada telefónica a dar conta de incêndio no interior de uma habitação, os polícias deslocaram-se para o local.

Após o foco de incêndio estar extinto, os polícias recolheram informação que os levou à identificação do suspeito como sendo o ex-companheiro da residente da habitação.

Após inquirição de diversas testemunhas e da própria vítima, acrescenta a PSP, foi possível apurar que o suspeito já tinha sido submetido a primeiro interrogatório judicial em novembro, no âmbito de um processo de violência doméstica contra a mulher.

As autoridades apuraram ainda que, ao longo do dia, o homem tinha violado por diversas vezes a medida de coação a que estava sujeito, nomeadamente de proibição de contactos e aproximação à vítima, bem como à sua residência.

Durante a tarde, acrescenta a PSP, o suspeito já tinha entrado na residência da vítima e danificado o seu telemóvel, e tinha estado cerca de 30 minutos à porta do estabelecimento onde a vítima trabalha.

Além disso, tinha consigo uma arma de alarme, com a qual efetuou dois disparos dentro de um café com diversas pessoas no seu interior, tendo esta sido apreendida, assim como 20 munições.

A Policia de Segurança Pública adianta que, “pela reiterada desobediência às medidas de coação impostas pelo tribunal, por o detido saber o local de residência da vítima, bem como o seu local de trabalho, e por constantemente praticar atos graves e violentos que prejudicavam a mesma no seu quotidiano, existindo forte convicção do perigo de continuidade da atividade criminosa, foi emitido mandado de detenção fora de flagrante delito, por se figurar imprescindível no momento à proteção da vítima”.

Últimas do País

O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.