Obramat investe 18 milhões na abertura da primeira loja em Portugal

A Obramat, insígnia especializada na distribuição de materiais de construção e remodelação, investiu 18 milhões de euros na primeira loja em Portugal, tendo gerado a criação de cerca de 200 postos de trabalho.

© D.R.

Este investimento “transformará a nova Obramat, na zona comercial de Alfragide, no maior armazém da empresa, com uma área de venda superior a 9.000 m² [metros quadrados], além de um espaço logístico de cerca de 7.000 m²”, detalhou Luís Filipe, diretor do espaço de Alfragide, em respostas escritas enviadas à Lusa.

O espaço, que abriu portas ao público hoje, resultou na contratação de quase 200 pessoas “residentes na zona como sinal do compromisso com o talento local”, acrescentou o responsável da loja do Grupo Adeo, que detém a Leroy Merlin.

O responsável não detalhou valores sobre estimativas do volume de negócios ou investimentos futuros.

“Além dos números, o nosso objetivo é continuar a crescer de forma sustentável e ter um impacto positivo nos nossos colaboradores, clientes e comunidade”, referiu.

Sobre a aposta na abertura de mais lojas no país, Luís Filipe referiu apenas que “a empresa tem um plano de expansão ambicioso, mas é algo que se fecha ano após ano”.

“O que podemos confirmar é que a Obramat continua firmemente empenhada no seu desenvolvimento, assegurando que cada nova abertura gera um impacto positivo em três dimensões fundamentais: social, ambiental e económico”, comentou.

“Neste armazém, por exemplo, estabelecemos 65 acordos com fornecedores locais”, exemplificou o gestor da insígnia que era conhecida como Bricomart até 2022.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 369,7 milhões de euros em fevereiro, uma subida de 5,8 milhões de euros face ao período homólogo e de 34,5 milhões face a janeiro, foi hoje anunciado.
Os preços das casas estão a aumentar ininterruptamente em Portugal desde que o primeiro governo de Luís Montenegro tomou posse, em 02 de abril de 2024, contribuindo para agravar uma crise ainda sem solução à vista.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 1.560 milhões de euros em fevereiro, para 282.711,2 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).