Renda mediana de novos contratos de arrendamento sobe para 7,97 €/m2 em 2024

A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de habitação aumentou de 7,21 euros por metro quadrado (€/m2) em 2023 para 7,97 €/m2 em 2024, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

© DR

Segundo as “Estatísticas de rendas de habitação ao nível local” do INE, no ano passado 42 municípios apresentaram rendas acima do valor nacional, destacando-se Lisboa com o valor mais elevado (15,93 €/m2) e ainda, com valores superiores a 12,00 €/m2, Cascais (15,31 €/m2), Oeiras (13,80 €/m2) e Porto (12,58 €/m2).

Também referidas pelo instituto estatístico com valores superiores ao nacional são as sub-regiões da Grande Lisboa (13,06 €/m2), Península de Setúbal (9,99 €/m2), Região Autónoma da Madeira (9,60 €/m2), Algarve (9,41 €/m2) e Área Metropolitana do Porto (8,85 €/m2).

Últimas de Economia

O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.
A produção na construção recuou 2,0% na zona euro e 1,8% na União Europeia (UE) em julho, face ao mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses para um novo máximo desde outubro de 2024.
Contas provisórias apontam para um agravamento de 10 cêntimos no gasóleo e oito na gasolina já a partir de segunda-feira. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis fecha os valores esta sexta-feira.
O Partido Socialista (PS) defende que é preciso aliviar a carga fiscal sobre os combustíveis, mas vai votar contra o projeto de lei do CHEGA que propõe reduzir temporariamente o IVA nos combustíveis de 23% para 13%. A decisão foi confirmada por José Luís Carneiro.